segunda-feira, 5 de agosto de 2024

VIAGEM PARA O CÉU - CAPITULO 14

 

Considerações Finais


Houve grandes milagres no Lago de Genesaré também conhecido por Mar da Galileia ou por Mar de Tiberíades, onde Jesus Cristo e seus discípulos participaram, por exemplo, na multiplicação dos pães e peixes, ou participaram do milagre de Jesus andando sobre as águas, ou no milagre da paralisação do vento que açoitava o barco dos discípulos, e mais outros milagres maravilhosos, e uso a expressão maravilhosos, porque são milagres coletivos onde muitas pessoas participaram, não restando dúvidas quanto a existência desses eventos.


Assim como outros milagres maravilhosos foram realizados na época de Moisés, quando ele e o povo Hebreu atravessaram o Mar Vermelho, ou quando o maná descia do céu para alimentar o povo Hebreu na travessia do deserto e muitas outros relatados, tanto no velho, quanto no novo testamento.


Eles se tornaram maravilhosos porque em sua grandiosidade não podem ser replicados pelo ser humano. Eles se tornaram maravilhosos porque foram feitos a milênios, sem a possibilidade tecnológica de nossa atualidade, sendo portanto irrefutáveis e provenientes de uma inteligência muito maior que a nossa.

Houve sem dúvida a ação poderosíssima do Criador em alterar a configuração do nosso espaço-tempo, para permitir a ação de seres que a bíblia denomina de anjos, e estes comissionados em missões específicas, ajudavam a Jesus Cristo ou a Moisés na realização daqueles milagres, bem como em alterações controladas de nossa atmosfera.


O milagre da multiplicação dos pães e peixes, desde o primeiro momento em que as pessoas se reuniram ao pé do monte para ouvir Jesus e até o momento em que essa multidão foi alimentada passou-se um bom tempo. Suponha que tenha sido em torno de uma hora. Então 3.600 segundos se passaram em nosso tempo, mas apenas 0,026 segundos no espaço-tempo do céu, - 3600 /300.000 / 0,463 = 0,026 segundos - devido ao relógio do espaço-tempo do céu ser muito mais rápido que o nosso, dessa forma esses milagres foram realizados instantaneamente.

E para que isso acontecesse, aquela região do mar da Galileia foi incorporada na Tenda de espaço-tempo, que Isaías fala no capitulo 40 do seu livro. Dessa forma tivemos a atuação direta do tempo na velocidade da luz em nossa terra que gira a 0,463 km/s. Se esse tempo fosse de 3 horas, mesmo assim teríamos muito menos de 1 segundo na sua realização.


Mencionamos anteriormente, que num piscar de olhos ou mesmo na morte, o cérebro paralisa as suas funções em 0,05 segundos. Apenas supomos uma hipótese bem razoável para não se dizer que o cérebro paralisa instantaneamente.

A morte de Jesus na cruz foi acompanhada de fenômenos climáticos extremos tais como terremoto, escurecimento do dia as três horas da tarde e a nosso ver isso deve-se a incorporação do espaço-tempo do céu em nossa dimensão, - o mesmo que para a multiplicação dos pães e peixes - , ocasionando a transferência de Jesus para o Espaço do Paraíso, onde o relógio do céu marcava 0,05 s, pois a paralisação do cérebro admitimos anteriormente como se desse nesse tempo e isso significa um transporte de 8,99 horas na terra – 300.000/0,463 x 0,05 = 32.397 segundos = 539,95 minutos = 8,99 horas - .


Jesus antes das 12 horas daquela sexta-feira conversa com um malfeitor, que estava condenado na cruz, e este reconheceu a divindade de Jesus Cristo, dai que Jesus menciona nesse diálogo com aquele também condenado, que naquele mesmo dia, iria se encontrar com ele no Paraíso.

Por cálculos semelhantes aos anteriores, vemos que foi realizado esse encontro, pois Jesus morre as três horas da tarde, e somando-se as 8.99 horas calculadas, percebemos que esse encontro efetivamente ainda se deu na sexta-feira as 11 horas e 59 minutos daquela noite.

Até a manhã de domingo ao raiar o dia, quando Jesus se encontra com Maria Madalena, ele já tinha se transferido no espaço-tempo para alguns locais, o primeiro foi o Paraíso, o segundo local presumivelmente foi onde estavam os mortos dos tempos antigos que dormiam a espera da restauração de suas vidas ao céu, e o terceiro local o nosso próprio espaço-tempo.

Nessas três transferências de espaços certamente se passaram um mínimo de 0,05 segundos do espaço do céu em cada um, assim essas transferências se deram num mínimo de 27 horas. De 3 horas da tarde na sexta-feira até 6 horas da manhã de domingo, se passaram 39 horas. Retirando-se essas 27 horas que se passaram em viagem no espaço-tempo, restaram 12 horas efetivas de permanência nos locais mencionados. A rapidez em que se dá os acontecimentos da ressurreição de Cristo na ótica do espaço do céu portanto é quase instantânea.


Daí a expressão de Jesus para Maria Madalena quando esta gesticula em direção de Jesus ao reconhecê-lo vivo:

- Não me toques pois ainda não fui para o Pai.

Jesus naquele instante acabava de chegar de uma viagem no espaço-tempo fantástica.

Não houve tempo de Jesus ir para o Espaço-tempo do Criador, tal era a vontade de realizar o evento da ressurreição, mostrando ao ser humano essa possibilidade de vida eterna de vencer a morte, como Jesus demonstrava. A preocupação do Criador e de Jesus na efetivação desse ato redentor, foi que esta, fosse a mais rápida possível.

Enfim, a nossa ciência se confunde com a bíblia, e a bíblia se confunde com a nossa ciência, porque finalmente uma e outra, provém do mesmo espaço-tempo, ambas foram projetadas e realizadas por nosso Criador.


Sem mais delongas, encerramos aqui essas ideias, apresentando os espaços-tempo, sugestionando uma pesquisa ou leitura da bíblia aos textos que embasaram os textos deste livro, e outros adicionais a aqueles, para que possam descobrir mais e mais revelações, científicas ou filosóficas, pessoais ou coletivas, da maneira que melhor te inspirares e até melhorando nossas ideias ou mesmo refutando-as com novas teorias confirmadoras.

Um grande abraço, porque pacientemente chegaram até aqui e até a próxima vez.



VIAGEM PARA O CÉU por ANTONIO FERNANDES MAMEDE é licenciado sob

  CC BY-NC-ND 4.0


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