sábado, 28 de setembro de 2024

 



O asteróide 2024 PT5


Nos próximos dois meses, entre 29 de setembro e 25 de novembro, um asteroide denominado 2024 PT5 com o comprimento médio de 13 metros, pois varia de comprimento entre 8 a 18 metros, e com diâmetro médio de 10 metros, estará mais próximo da terra, uma vez que terá influência da gravidade do planeta terra.

Deslocando no espaço numa órbita tipo ferradura retorna ao espaço do sistema solar para o cinturão de asteroides secundário denominado Arjunas, após esses dois meses que mencionamos de sua passagem próxima a terra.

Como o asteroide passa numa distância considerável da terra, naquele período que mencionamos acima, não deve ser considerado nesse instante como uma mini lua mas sim simplesmente como um asteroide.

Detalhando essa questão de influência gravitacional da terra para os corpos celestes errantes do espaço, podemos dizer que esta influência corresponde a uma distância aproximada de 4 distâncias entre a terra e a lua para que considerássemos o asteroide com possibilidades de se tornar um satelite da terra.

Se classificássemos ao asteroide como uma mini lua, o que não é verdade pois, ele passará a cerca de 9 distâncias entre a terra e a lua.

Na previsão astronômica um novo asteroide passando pela terra com possibilidades de visualização a olho nu só deve ocorrer em 13 de abril de 2029 e se chama Apophis.

O asteroide 2024 PT5 só será visível com telescópios profissionais.

Matéria desenvolvida por nosso blog ou seja de nossa autoria.


sexta-feira, 27 de setembro de 2024

VIAGEM PARA O CÉU - CAPITULO 1

 




Introdução


Eu anotei esta data: 23 de julho de 2024. Neste dia decidi escrever um livro conclusivo, um livro que explicasse, um livro que esclarecesse as dúvidas que existiam na interpretação da vida oculta, um livro que interpretasse o que as pessoas não conseguiam entender da vida oculta.


Mas, como fazer isso? Colocava-me diante de uma tarefa bem difícil. E ao mesmo tempo não podia ser leviano nessa promessa, cuja promessa me sujeitaria a análise das pessoas e ao juízo delas.

Eu teria de apresentar um entendimento novo, e poderia ser que as pessoas não se interessassem por entender esse nosso tema, mas vou me arriscar, pois tenho certeza no que penso.

Eu destaco este livro como um ideal, porque sintetiza a apresentação de uma ideia, daí a razão em dizer que nesta data me obrigava a escrever um livro ideal e ponto final!


Outro detalhe importante é que este livro se referenciando a temas da bíblia, não o enquadraria em nenhum segmento religioso. Dessa forma não faço nenhuma modificação de textos bíblicos, muito ao contrário, creio que a autoria do livro é do nosso Criador e que os escritores foram inspirados por Ele.

Mas para explicarmos essa vida oculta, precisávamos nos basear em algum conhecimento existente comum as pessoas. Esse conhecimento comum, provem da bíblia sagrada cristã que contém os livros mais antigos da humanidade. Existem muitos outros livros, mas preferimos nos basear na bíblia sagrada cristã que contém 66 livros e buscávamos entender a coerência entre eles.

Essa foi a minha proposta e agora sem mais delongas, vamos a ideia: Como poderemos fazer uma viagem para o céu.







VIAGEM PARA O CÉU por ANTONIO FERNANDES MAMEDE é licenciado sob

  CC BY-NC-ND 4.0


segunda-feira, 23 de setembro de 2024

Nave espacial na velocidade da luz


Uma nave espacial na velocidade da luz


Se uma nave está posicionada numa linha equatorial na terra, isto é, numa linha equatorial qualquer, sem necessariamente de ser a linha do Equador, e esta nave fosse viajar em torno da terra e suponhamos que viajasse na velocidade da luz, a nave daria sete voltas e meia em torno da terra em 1 segundo do nosso relógio.


Porque o perímetro equatorial será: 2 . pi. 6.371km = 40.028 km e que percorrido pela nave em 7,5 voltas produz a distância de 300.217 km e que arredondaremos para 300.000 km porque é a distância que a luz percorre em 1 segundo.

Então a nave dará sete voltas e meia em torno da terra em 1 s atingindo a velocidade da luz se partisse já nesta velocidade.

O relógio da nave em termos aproximados marcará 1 segundo para percorrer os 300.000 km enquanto a terra para produzir essa mesma distância precisará de sete dias e meio de rotação. Ou seja 1 segundo na velocidade da luz equivale a 7,5 dias no planeta terra.


A nave ao percorrer distâncias nesse espaço tempo novo produzirá o seguinte horario: primeiro vem a consideração da relatividade do tempo, por causa da contração do espaço-tempo, e em seguida, se soma a essa relatividade do tempo a comparação dos espaços-tempo.

Exemplo: seja um espaço-tempo que está na velocidade da luz e um outro na terra a 0,463 km/s.

Então o relógio na terra marcando 1 s marcará nesse novo espaço-tempo a seguinte hora: 300.000/0,463 x 20, a fração correspondendo a comparação dos espaços e a parcela multiplicadora igual a 20 para a relatividade do tempo.

A nave está na velocidade da luz e a terra na velocidade de 0,463 km/s que é a velocidade de rotação do nosso planeta.


Suponha que a trajetória rotacional dessa nave seja na direção superior a essa linha do equador ou seja voasse para cima. A nave vai produzir uma trajetória em espiral para cima.

Sabemos que na velocidade da luz ou próxima dela o espaço vai sofrer uma contração de 20 vezes. Então o espaço superior a essa linha equatorial vai se afunilando.

Na verdade os cientistas imaginam que uma viagem dessas fosse possivel caso uma bolha de espaço em volta da nave na velocidade da luz afunilasse dianteiramente o espaço-tempo e esta bolha se deslocasse na velocidade da luz enquanto a nave em completo repouso dentro da bolha se desloca indiretamente pelo espaço-tempo.


Os youtubers estudiosos desse assunto já falam das pesquisas atuais nesse sentido, atribuindo um pioneirismo nesse assunto aos grandes da corrida espacial, Nasa, X e outras empresas e pesquisadores.

Que estes estariam desenvolvendo um motor capaz de produzir essa dobra de espaço-tempo e dessa forma algum dia alcançando o sucesso de uma viagem na velocidade da luz.

Será real isto? A nosso ver nos parece estarmos muito distante disso, porém, as descobertas científicas atuais podem nos surpreender. Um sonho pode se tornar uma realidade.

Se observarmos a bíblia, esta já apresenta uma condição para esse espaço-tempo quando Isaías menciona que Deus monta uma tenda sobre a terra.


Essa tenda não seria o espaço onde uma nave pode percorrer na velocidade da luz, e que o espaço se afunilando por causa da contração do espaço-tempo se aproximaria ao formato de um cone ou tenda como a bíblia menciona?

22 Ele é o que está assentado sobre o círculo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos; é ele o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tenda, para neles habitar;


Ao desenrolar os céus como cortina não seria uma atribuição de pensamento semelhante ao que expomos acima? Desenrolar os céus na tenda?

Nossa sugestão nesta publicação é de mostrar ao leitor que os profetas bíblicos detinham conhecimentos científicos a pelo menos 2700 anos atrás aproximadamente, quando viveu Isaías.

Um grande abraço e vamos desenvolvendo esse assunto em próximos episódios.











sábado, 21 de setembro de 2024

 



História Hoje: em 2009, Hawking 

fez festa para viajantes do tempo

Publicado em 28/06/2024 - 08:03 Por História Hoje - Brasília
Fonte: Agência Brasil/Radio Agência Nacional



Muito champanhe, comida, balões e uma faixa de boas-vindas. Estava tudo pronto para receber os convidados em um salão da Universidade de Cambridge, no Reino Unido. Em 28 de junho de 2009, o anfitrião da festa, Stephen Hawking, esperou a chegada de viajantes do futuro mas ninguém apareceu. O que parecia uma brincadeira, na verdade, era parte de um experimento científico.

Uma imagem do dia da recepção mostra o astrofísico britânico sozinho, aguardando as pessoas que ele ainda não tinha convidado. Os convites só foram enviados depois que a festa terminou. O texto dizia: “Você está cordialmente convidado para uma recepção para viajantes no tempo, organizada pelo professor Stephen Hawking, que vai ocorrer no passado na Universidade de Cambridge no dia 28 de junho de 2009, às 12h”.

O astrofísico britânico ganhou destaque no cenário mundial com contribuições para a física e a astronomia. Desde os 21 anos, conviveu com a Esclerose Lateral Amiotrófica. O cientista foi membro da Royal Society, que é a academia científica independente do Reino Unido. Foi docente da Universidade de Cambridge e recebeu medalhas importantes em reconhecimento por seus estudos científicos.

Quando o cientista morreu, em 2018, foi realizada uma cerimônia na Abadia de Westminster, em Londres, na Inglaterra, para depositar as cinzas de Hawking ao lado de Isaac Newton e Charles Darwin. Dessa vez, viajantes do tempo também poderiam ter acesso ao evento. O formulário para participar da homenagem permitia a inscrição de pessoas nascidas até o final de 2038.

Enquanto a ciência não desenvolve uma máquina para viajar no tempo, os amantes de ficção científica podem voltar aos anos 80 com os filmes da trilogia “De volta para o futuro” e, pelo menos, imaginar como seria essa experiência.

História Hoje é um quadro da Rádio Nacional publicado de segunda a sexta-feira na Radioagência Nacional. Ele rememora acontecimentos marcantes e curiosidades de cada dia do ano. 

História Hoje

Redação: Beatriz Evaristo

Sonoplastia: Jailton Sodré

Edição: Bianca Paiva

Apresentação: Bianca Paiva

Publicação Web: Marizete Cardoso




 Olímpiada de Astronomia e Astronáutica
 bate recorde de medalhas

Publicado em 20/09/2024 - 09:46 Por José Carlos Andrade - Brasília
Edição: Ana Lúcia Caldas/Edgard Matsuki
Fonte: Agencia Brasil



A Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica bateu um novo recorde de medalhas este ano.

Ao todo, foram distribuídas 81.153 medalhas de ouro, de prata e de bronze para estudantes de todos os estados. Cerca de 38% a mais em relação à 2023. Quase a metade foi de alunos de escolas públicas, 39.200.

Para o coordenador da Olimpíada, o astrônomo João Batista Garcia Canalle, as olimpíadas científicas abrem portas para o ensino universitário. Segundo ele, há instituições de ensino superior que estão disponibilizando vagas e bolsas para medalhistas olímpicos que estão concluindo o ensino médio.

O astrônomo avalia ainda que esses eventos tornam o aprendizado empolgante e disseminam de modo amplo o ensino da astronomia, astronáutica e ciências afins.

Canalle diz que os melhores medalhistas do ensino médio da OBA podem ser convidados para as seletivas das olimpíadas internacional de Astronomia e Astrofísica ou Latino-americana de Astronomia e Astronáutica.


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quinta-feira, 19 de setembro de 2024

Cometa do Século

 

Fotografia produzida por Marcello Casal Jr - Agência Brasil


Cometa do Século terá observação no Brasil em setembro de 2024

Publicado em 10/09/2024 - 12:40 Por Bruno de Freitas Moura - 
Repórter da Agência Brasil - Rio de Janeiro



Depois de 22 de setembro de 2024, as pessoas poderão observar, aqui do Brasil a passagem do cometa C2023 A3 (Tsuchinshan-Atlas), o "Cometa do Século", por causa da chance de ter a maior luminosidade desde o Hale-Bopp, que brilhou no céu de1997.

O cometa descoberto no início de 2023 pelo Observatório Astronômico Zijinshan, conhecido como Observatório da Montanha Púrpura, e pelo telescópio do Sistema de Alerta Último de Impacto Terrestre de Asteroide (Atlas, na sigla em inglês), na África do Sul.

Segundo o astrônomo Filipe Monteiro, do Observatório Nacional, explicou que, desde agosto até a última semana de setembro, o cometa estará “muito aparentemente próximo do Sol”, o que o deixará ofuscado pelo brilho da estrela central do Sistema Solar, dificultando a sua observação.

“A partir da última semana de setembro, dia 22, o cometa poderá ser visto ao amanhecer, mas tornando a ficar novamente muito próximo do Sol entre os dias 7 e 11 de outubro, mas voltando a se afastar em seguida. A partir de então, o cometa poderá ser visto logo após o pôr do sol”, explica o astrônomo.

De acordo com o astronomo felipe Monteiro, o periélio (maior aproximação ao Sol), ocorrerá em 27 de setembro, a uma distância de 0,391 Unidades Astronômicas (UA), o que equivale a quase 58,5 milhões de quilômetros.

Já a máxima aproximação do cometa com a Terra acontece no domingo, 13 de outubro de 2024, quando estará a uma distância de 0,472764 UA, ou 70,7 milhões de quilômetros.

Observação

“Não é possível garantir se o cometa poderá ser visto a olho nu, dado que a intensidade do brilho desses objetos pode ser imprevisível e, por isso, é possível que haja a necessidade de fazer uso de outros instrumentos, tais como binóculos e telescópios”, detalha o especialista do Observatório Nacional.

“Os observadores deverão olhar para o horizonte oeste, na mesma direção do pôr do sol. O cometa estará visível um pouco antes do amanhecer no final de setembro e logo após o pôr do Sol, quando transitará pelas constelações de Virgem (em setembro), Serpente e Ofiúco (outubro)”, orienta Monteiro.

“A maior dificuldade será encontrar um lugar com o horizonte oeste livre, visto que o cometa está muito baixo no céu, em uma altura de até 30 graus”, adianta.

De acordo com o aplicativo de astronomia Star Walk, o C2023 A3 pode alcançar até -3 de magnitude – quanto menor a magnitude, maior a luminosidade. Para efeito de comparação, em 1997, o cometa Hale-Bopp, um dos mais observados do século 20, teve magnitude de pico de -1,8.

A observação do Cometa do Século está no guia de principais fenômenos astronômicos elaborado pelo Observatório do Valongo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Além de explicar sobre astronomia e os acontecimentos, a publicação permite acompanhar, por exemplo, a agenda de eclipses, aproximação de planetas e chuvas de meteoros.


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terça-feira, 17 de setembro de 2024

VOYAGE AU CIEL - CHAPITRE 14

  

Considérations finales

Traduction du portugais vers le français à l'aide de "Google Translate"



Il y a eu de grands miracles au lac de Génésaret également connu sous le nom de mer de Galilée ou mer de Tibériade, où Jésus-Christ et ses disciples ont participé, par exemple, à la multiplication des pains et des poissons, ou ont participé à la miracle de Jésus marchant sur l'eau, ou dans le miracle d'arrêter le vent qui fouettait le bateau des disciples, et d'autres miracles merveilleux, et j'utilise l'expression merveilleux, car ce sont des miracles collectifs auxquels de nombreuses personnes ont participé, ne laissant aucun doute comme à l'existence de ces événements.


Tout comme d'autres miracles merveilleux ont été accomplis au temps de Moïse, lorsque lui et le peuple hébreu traversèrent la mer Rouge, ou lorsque la manne descendit du ciel pour nourrir le peuple hébreu lors de la traversée du désert et que beaucoup d'autres ont rapporté, à la fois dans l'ancien et le dans le nouveau testament.


Ils sont devenus merveilleux parce que, dans leur grandeur, ils ne peuvent être reproduits par les êtres humains. Ils sont devenus merveilleux parce qu’ils ont été fabriqués il y a des millénaires, sans les possibilités technologiques de nos actuelles, et sont donc irréfutables et proviennent d’une intelligence bien plus grande que la nôtre.

Il y a eu sans aucun doute l'action très puissante du Créateur en modifiant la configuration de notre espace-temps, pour permettre l'action des êtres que la Bible appelle anges, et ceux-ci chargés de missions spécifiques, aidant Jésus-Christ ou Moïse à accomplir ces miracles, comme ainsi que des changements contrôlés dans notre atmosphère.


Le miracle de la multiplication des pains et des poissons, depuis le premier moment où les gens se rassemblaient au pied de la montagne pour écouter Jésus et jusqu'au moment où cette foule était nourrie, beaucoup de temps s'est écoulé. Supposons que cela dure environ une heure. Ainsi, 3 600 secondes se sont écoulées dans notre temps, mais seulement 0,026 seconde dans l'espace-temps du ciel, - 3 600 /300 000 / 0,463 = 0,026 seconde - car l'horloge espace-temps du ciel est beaucoup plus rapide que la nôtre, donc ces miracles ont été accomplis instantanément.

Et pour que cela se produise, cette région de la mer de Galilée a été incorporée à la Tente de l’espace-temps, dont parle Isaïe au chapitre 40 de son livre. Nous avons ainsi eu l’influence directe du temps sur la vitesse de la lumière sur notre Terre, qui tourne à 0,463 km/s. Si ce temps était de 3 heures, nous aurions encore moins d’1 seconde pour le terminer.


Nous avons mentionné plus tôt qu'en un clin d'œil ou même en cas de mort, le cerveau paralyse ses fonctions en 0,05 seconde. Nous supposons seulement une hypothèse très raisonnable pour ne pas dire que le cerveau se paralyse instantanément.

La mort de Jésus sur la croix s'est accompagnée de phénomènes climatiques extrêmes comme un tremblement de terre, l'obscurcissement du jour à trois heures de l'après-midi et cela est selon nous dû à l'incorporation de l'espace-temps du ciel dans notre dimension, - la même que pour la multiplication des pains et des poissons -, provoquant le transfert de Jésus dans l'Espace du Paradis, où l'horloge du ciel indiquait 0,05 s, comme la paralysie du cerveau que nous avions admis précédemment comme se produisant à ce moment-là et cela signifie un transport de 8,99 heures sur terre – 300 000/0,463 x 0,05 = 32 397 secondes = 539,95 minutes = 8,99 heures - .


Jésus, avant midi ce vendredi, parle à un malfaiteur, qui a été condamné sur la croix, et il a reconnu la divinité de Jésus-Christ, c'est pourquoi Jésus mentionne dans ce dialogue avec le condamné également, qui ce même jour, rencontrerait lui au paradis.

Par des calculs similaires aux précédents, on voit que cette rencontre a eu lieu, puisque Jésus meurt à trois heures de l'après-midi, et en additionnant les 8,99 heures calculées, on se rend compte que cette rencontre a effectivement eu lieu vendredi à 11 heures et 59 heures. minutes de cette nuit.

Jusqu'au dimanche matin à l'aube, lorsque Jésus rencontre Marie-Madeleine, il s'était déjà transféré dans l'espace-temps vers certains endroits, le premier était le Paradis, le deuxième endroit était probablement l'endroit où se trouvaient les morts des temps anciens où ils dormaient en attendant leur vie. être restauré au ciel, et la troisième place était notre propre espace-temps.

Dans ces trois transferts spatiaux, un minimum de 0,05 seconde d'espace céleste s'est certainement écoulé dans chacun, ces transferts ont donc eu lieu en un minimum de 27 heures. De 3 heures de l'après-midi le vendredi à 6 heures du matin le dimanche, 39 heures se sont écoulées. En retirant ces 27 heures passées à voyager dans l'espace-temps, il restait 12 heures effectives de séjour dans les lieux mentionnés. La rapidité avec laquelle les événements de la résurrection du Christ se produisent du point de vue de l'espace céleste est donc presque instantanée.


D'où l'expression de Jésus à Marie-Madeleine lorsqu'elle fait un geste vers Jésus lorsqu'elle le reconnaît vivant :

- Ne me touche pas car je ne suis pas encore allé vers le Père.

À ce moment-là, Jésus venait d'arriver d'un voyage fantastique à travers l'espace-temps.

Il n'y avait pas de temps pour que Jésus se rende dans l'Espace-Temps du Créateur, tel était le désir de réaliser l'événement de la résurrection, montrant aux êtres humains cette possibilité de vie éternelle et de vaincre la mort, comme Jésus l'a démontré. Le souci du Créateur et de Jésus en accomplissant cet acte rédempteur était qu’il soit le plus rapide possible.

En fin de compte, notre science se confond avec la Bible, et la Bible se confond avec notre science, car finalement, toutes deux proviennent du même espace-temps, toutes deux ont été conçues et réalisées par notre Créateur.


Sans plus attendre, nous concluons ici ces idées, en présentant l'espace-temps, en vous proposant de rechercher ou de lire la Bible dans les textes qui ont soutenu les textes de ce livre, et d'autres complémentaires à ceux-ci, afin que vous puissiez découvrir toujours plus de révélations scientifiques ou philosophique, personnel ou collectif, de la manière qui vous inspire le mieux et même en améliorant nos idées ou même en les réfutant avec de nouvelles théories les confirmant.

Un gros câlin, car vous avez patiemment réussi à arriver jusqu'ici et jusqu'à la prochaine fois.





VIAGEM PARA O CÉU por ANTONIO FERNANDES MAMEDE é licenciado sob

  CC BY-NC-ND 4.0


VOYAGE AU CIEL - CHAPITRE 13

 



La masse de la Terre

Traduction du portugais vers le français à l'aide de "Google Translate"



Isaïe nous met également au défi de mesurer la masse de la terre au chapitre 40 verset 12 : 12 Qui mesura les eaux dans le creux de sa main, et mesura les cieux à l'envergure, et ramassa la poussière de la terre dans un mesurer, et peser les montagnes avec un poids et les collines avec une balance ?


Équilibrer l'espace de la Nouvelle Jérusalem 
avec l'image du Seigneur et de la terre.

Comme vous l'avez vu dans les chapitres précédents, les mesures fournies ou induites par Isaïe pour la terre, pour la forme de la terre, prouvaient plusieurs affirmations de ce verset de la Bible. Jusqu'à présent, tout a été confirmé, il restait à prouver la dernière affirmation d'Isaïe : Qui a ramassé la poussière de la terre dans une mesure et pesé les montagnes avec des poids et les collines avec une balance ?

L'énergie de la terre =  énergie de
l'image du Seigneur + énergie de NJ

Mesurez la masse de la Terre. Cela signifie découvrir la masse de la terre, à travers les données fournies dans le chapitre 40 d'Isaïe, à travers l'image du Seigneur Dieu, à travers l'image de la terre et à travers l'image d'une tente sur la terre, que Dieu ouvre et ferme cette tente susmentionnée, comme si elle s'ouvrait sur un rideau dans cette tente, pour y entrer, en sortir ou même y habiter.

Bien sûr, nous le ferons sous forme d’ingénierie inverse. Le vaisseau est déjà prêt, il ne nous reste plus qu'à comprendre comment il peut voler. La physique indique déjà que la masse de la Terre est de 5,97 x 10^24 kg.

Nous disposons désormais des données mathématiques suivantes :

1. La masse de la Terre est l'inconnue que l'on veut calculer et qui peut être obtenue, car elle est incluse dans la formule de l'énergie cinétique de la Terre en fonction de sa vitesse de rotation, que nous attribuerons comme EEarth = ½. m. v² étant v = 0,463 km/s ;

2. La masse de l'image suggérée par Isaïe assis sur la terre ;

3. La masse de la tente ;

Donc de manière simple, nous aurons : la masse de la terre, la masse de l'image du Créateur et la masse du Paradis - et nous calculerons la masse de la tente comme la masse du Paradis - qui étaient en équilibre à ce moment initial. moment de création. On peut écrire l'équation suivante :

Énergie de la terre = Énergie de l'image du Créateur + Énergie du Paradis ;

Calcul de l'énergie de l'image du Créateur.

N'oubliez pas que le Créateur possède cette énergie avant le processus de création. Dans l'Espace Créateur, la contraction de l'espace-temps est 20 fois supérieure.

ECréateur = m . c² Équation énergétique proposée par Einstein ; donc : E = masse x 20² x c² ;

Dans l'équation ci-dessus, m est la masse de l'image du créateur et est calculée dans la proportion de 50 kg/mètre de hauteur de l'être humain moyen avec 1,80 mètres, c'est-à-dire que la masse de l'image sera égale à 45 871 200 mètres x 50. kg = 2 293 560 000 kg.

ECriador = 8,25682 x (10)^28 kg.m²/s² ;

Calcul de l'énergie du paradis.

Il faudra estimer la masse de la Nouvelle Jérusalem par le poids moyen des maisons, des aménagements paysagers, des rues et des personnes et dont la taille du plan est de 2 220 km x 2 220 km. Sachant qu'il s'agit d'une ville avec des rues et des demeures selon la Bible, et que Jésus a devancé ses élus pour préparer les demeures où ils habiteront. Nous estimons cette densité sur la Nouvelle Jérusalem à 1,26 kg par m².

EParaíso = m . c². Équation énergétique proposée par Einstein. Rappelez-vous que le Créateur a cette énergie au Paradis qui est à la vitesse de la lumière.

EParaíso = 2 220 000 m x 2 220 000 m x 1,26 kg/m² x 300 000 000 m/s x 300 000 000 m/s ;

EParaíso = 5,58881 x (10)^29 kg.m²/s² ;

Finalement : Eterra = Eparaíso + Ecriador = 5,58881 x (10)^29 kg.m²/s² + 8,25682 x (10)^28 kg.m²/s²

Calcul de l'énergie de la Terre.

ETerre = ½. m. v² : L'énergie cinétique de la Terre sera la masse multipliée par la moitié de la vitesse de la Terre au carré dans sa rotation autour de son axe.

Donc m = 2. ETerra/v². Être ETerra = Créateur + Eparaíso ;

La masse de la Terre = 2. ETerre / 463² m²/s² = 5,98 x (10)^24 kg ;

La géologie et la physique indiquent que la masse de la terre est de 5,97 x (10)^24 kg et nous trouvons la valeur de 5,98 x (10)^24 kg ;

La science rapporte que la masse de
la Terre est : 5,97 x 10 ^ 24 kg.

La précision était excellente puisque dans nos calculs nous évaluions la masse du Paradis en utilisant des hypothèses très simples et même ainsi la différence dans le résultat final n'était pas appréciable.






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VOYAGE AU CIEL - CHAPITRE 12

  


Les portes de l'Espace Céleste

Traduction du portugais vers le français à l'aide de "Google Translate"



Cette période de temps « …d'ouverture et de fermeture des yeux… » mentionnée par Paul, étant beaucoup plus courte que la période mentionnée par Moïse dans « …aux yeux du Seigneur… », démontre que le Créateur est désormais dans son espace-temps. – ciel - , dans Creator Space et cela indique une vitesse qui est influencée par la contraction de l'espace-temps de 20 fois - à 0,05 - .


Par coïncidence, un clignement d'œil sur Terre montre un temps de 0,05 seconde appelé cécité cérébrale dans la recherche biologique à Londres, car il paralyse presque toutes ses fonctions vitales dans cet espace de temps.


Apprendre à compter ce temps pour le transmettre aux générations futures était-il le désir de Moïse ? Moïse savait que les jours étaient variables sur terre, qu'il devait considérer la durée de ces jours et de ces nuits, en fonction de la situation de la personne sur terre. Moïse savait donc à quel point cette détermination était difficile.

Le jour le plus long de l'hémisphère nord  - région de
 la bande d'Israël - le soleil (solstice d'étése lève à 6h11
et se couche à 21h04. C'est  un jour qui dure 893 minutes.

Le jour le plus court : Le soleil - équinoxe de printemps -
Le jour est égal à la nuit. Il fait jour pendant 720 (minutes)

Nous avons déjà mentionné ces trois paragraphes au chapitre 8 de l'Espace des Anciens concernant les paroles de Paul dans 1 Corinthiens 15 :52 : En un instant, en un clin d'œil, à la dernière trompette ; car la trompette sonnera, et les morts ressusciteront incorruptibles, et nous serons changés.

Paul savait que dans une fraction de seconde, le Créateur va donner l'ordre mentionné dans le texte ci-dessus, et il considère que la durée de cet ordre est très rapide, elle est de l'ordre de la durée d'ouverture et de fermeture d'un œil.


Ce temps d’ouverture et de fermeture des yeux crée instantanément une cécité dans le cerveau comme s’il paralysait ses fonctions vitales en 0,05 seconde comme nous l’évoquions plus haut. Comme si le corps mourait en 0,05 seconde. C’est l’expression que la BBC Londres a soulignée dans son article journalistique de 2005, lorsque des biologistes et des scientifiques de l’University College of London ont mené cette recherche et l’ont publiée à cette époque en 2005.

Cela signifie que cet ordre, lorsqu'il sera transmis à la vitesse de la lumière, par conséquent l'espace-temps se déplacera et la tente autour de la terre qui est à cette vitesse recevra la Nouvelle Jérusalem et celle-ci ouvrira ses portes pour entrer dans ces corps qui seront ressuscités. et transformé ici sur terre.


Dans ce mouvement cosmique, les corps célestes du système solaire peuvent certainement perdre leur stabilité, l'énergie cinétique qui vient de la Nouvelle Jérusalem – selon l'apôtre Jean, cette ville de la Nouvelle Jérusalem est un cube dont le côté est égal à 2 220 km – en entrant la région proche de la planète Terre, provoquera des phénomènes météorologiques, des tremblements de terre, etc.


Comme le décrit le Nouveau Testament, l'événement du retour du Seigneur Jésus-Christ, rapporté par plusieurs évangélistes, sera accompagné de divers phénomènes climatiques et astronomiques, et on peut comprendre qu'ils sont associés à l'espace-temps en s'adaptant à cette situation physique.

J'imagine que beaucoup de gens n'ont toujours pas une compréhension parfaite de tout ce que nous avons dit jusqu'à présent car cela dépend d'une compréhension mathématique et physique à laquelle la plupart ne sont pas habitués.

Nous expliquerons plus en détail, y compris avec des démonstrations mathématiques, ce fait de contraction de l'espace-temps et en même temps expliquerons un peu plus, d'une manière plus physique, ces nombres que nous avons calculés pour l'âge de la terre. Car c’est la situation qui se produit dans l’espace-temps aux portes de l’Espace du Paradis.

Tout d'abord, je ferai une image hypothétique de la façon dont nous arrivons dans cet Espace du Paradis lorsque nous quittons notre Espace d'Aujourd'hui.


Supposons qu’il nous soit déjà possible de voyager à bord d’un vaisseau atteignant des vitesses égales ou proches de la vitesse de la lumière. Supposons que ce vaisseau puisse être observé depuis la Terre lorsqu'il atteint une vitesse de 299 620 km/s. Dans ce cas, comme Einstein lui-même l’a expliqué, il y a une contraction de l’espace-temps au moment où ce vaisseau atteint cette vitesse.

Lorsque cet événement se produit, l'espace-temps se contracte, le tissu ou le maillage de l'espace-temps commence à se plier ou à s'étirer, comme si les gens tenaient une balle très lourde par les extrémités d'une serviette suspendue.


La balle courra vers le centre de la serviette, l'enfonçant dans un point où reposait la boule de fer. Supposons que la serviette soit faite d'un matériau élastique, par conséquent, à l'endroit où repose la balle, le tissu de la serviette s'enfonce dans la direction du mouvement de la balle. Une surface conique ou une surface pyramidale à nombreuses faces s'est formée dans la région de la serviette autour du ballon, qui est confondue avec une surface conique.

Cela se produit lorsque nous arrivons aux portes du Paradis, l'espace-temps est contracté selon la loi de Lorentz de 5%. La longueur et le temps sont contractés.

Nous réduirons en taille selon
 la loi de Lorentz.

La loi de Lorentz est L = L’.√(1-v² / c²) ou T = T’. √(1-v² / c²) où L = longueur du navire lorsqu'il atteint une vitesse proche de la vitesse de la lumière et T' le temps écoulé de l'événement à cette vitesse proche de la vitesse de la lumière.

La sensation que la longueur du vaisseau diminue à des vitesses élevées proches de la vitesse de la lumière et que la même chose peut se produire avec le temps, signifie qu'à nos yeux sur terre, dans cette direction du vaisseau, tout se passe en réalité, et non pas à cause de la réduction de la longueur du vaisseau. la longueur du vaisseau en lui-même, mais selon Einstein en raison de la contraction du maillage espace-temps.

Cette diminution de la longueur du navire peut donc être mieux comprise en utilisant l'exemple de la serviette et de la boule de fer, dans ce cas la boule représente le navire et le maillage spatio-temporel représente la serviette.

Ainsi, Isaïe mentionne une tente dressée sur la terre au chapitre 40. Cette tente ne serait pas le maillage spatio-temporel dressé sur la terre, dans lequel un vaisseau quittant la surface de la terre se dirigeant vers l'espace d'en haut, comme le vaisseau nous l'avons évoqué en exemple hypothétique et cela, atteignant des vitesses proches de celle de la lumière, contracte le maillage en lui donnant une forme conique ? Et puis, en sortant de ce cône, vous entrez dans l'espace-temps de l'Espace du Paradis et de l'Espace du Créateur ?

Pour les plus exigeants, nous expliquerons mathématiquement la loi de Lorentz pour ce cas.

Lorsque le vaisseau arrive à ce goulot d'étranglement spatio-temporel avec une vitesse de 299 620 km/s, nous disons que la grille temporelle atteint la valeur de 0,05 du temps.


Imaginez qu'à l'intérieur de ce vaisseau, à cette vitesse, un point de lumière soit activé – une sphère bleu clair – qui sort de la lanterne et se dirige vers le miroir au plafond du vaisseau. La lumière frappe le miroir et revient au point de départ, qui était la lampe de poche. La lumière se propageait en ligne droite. Un observateur à l’intérieur du navire verra une lumière aller et venir, parcourant verticalement la distance entre la lanterne et le miroir.


La distance parcourue par le point lumineux entre les deux points, la lampe de poche et le miroir, sera 2D. La vitesse de la lumière sur ce trajet est c = 300 000 km/s. Le temps de trajet t sera la distance 2D divisée par c (t = 2 D/c). Par définition nous appellerons t Δtp = 2 D / c où Δtp (temps propre de l'observateur). De cette façon D = c. Δtp / 2 . (Équation 1)

Car l'observateur sur terre, doté de pouvoirs de vision semblables à ceux d'un surhomme, verra le faisceau de lumière se propager dans une direction inclinée, de la lanterne au miroir au plafond du navire, puis revenir dans une direction inclinée, du miroir à la lanterne. Ce sera aussi une ligne droite car c'est un point lumineux marchant entre deux points.


La géométrie de ce trajet lumineux est représentée dans la figure ci-dessous, où s est la distance parcourue par la lumière à sa vitesse c = 300 000 km/s, la distance définie dans le dessin précédent et L est la distance parcourue par le navire lorsque le point de la lumière sort de la lampe de poche et rencontre le miroir et lorsque le point lumineux parcourt une distance L du miroir à la lampe de poche.



La géométrie fournissait la distance s en fonction de D et L, en utilisant le théorème de Pythagore.

Donc : s = √ (D² + L²), où L = distance horizontale parcourue par le navire, D déjà définie, s définie par la trajectoire du point lumineux.

Où Δt = temps vu par un observateur sur terre.

On aura : 2L / Δt = v, où v = Vitesse du navire.

D'où : L = v. Δt/2 ; (Équation 2)

Puisque s est le chemin parcouru par la lumière d'un observateur sur Terre, on a : 2 s / c = Δt, donc :

s = Δt. avec 2 ; (Équation 3)

Remplacer L et s (équations 2 et 3) dans l'équation s² = D² + L² sera :

(Δt . c / 2 )² = D² + (v . Δt / 2)², en résolvant :

Δt = 2 D / c √ (1 – v²/c²) ;

Mais puisque D = c . Δtp/2 obtenu dans l'équation 1, nous aurons :

Δt = Δtp / √ (1 – v² / c²)

Par conséquent, il existe une relation entre le temps passé par l’observateur sur le navire et le temps passé sur terre par l’observateur :

Δt / Δtp = √ (1 – v² / c²) .

Et c'est ce que nous avons expliqué précédemment, le navire atteignant une vitesse v de 299 620 km/s provoque un Δt = Δtp. √ (1 – 299 620² / 300 000²) et cela donne :

Δt = Δtp . 0,05

Au moment où le Vaisseau atteint alors la vitesse de la lumière aux portes de l'Espace Paradisiaque, il est en mesure de voyager à travers un nouvel espace-temps qui est également à la vitesse de la lumière. L'horloge de cet espace-temps tourne à la vitesse de la lumière et notre horloge sur terre est à différentes vitesses de rotation préalablement définies dans les vitesses des espaces-temps terrestres dans Espace des Anciens/Mathusalem, Espace des Anciens/ Noé, Espace des Anciens /Éber, Espace des Anciens/José.


Nous utilisons ainsi le multiplicateur 20 qui est l'inverse de 0,05, car nous comparons maintenant les âges de la Terre vus du point de vue de l'Espace du Créateur qui est également à la vitesse de la lumière. Ainsi, en nous souvenant de l'Espace des Anciens/Mathusalem qui était à une vitesse de 5,36 km/s par rapport à l'horloge de l'Espace du Paradis ou de l'Espace du créateur, tous deux à la vitesse de la lumière, nous devrons regarder depuis l'Espace de le Créateur à la terre, les mathématiques suivantes : 300 000 / 5,36 – première correction pour les horloges – multiplié par 20 – correction pour la contraction de l'espace-temps – et multiplié par l'âge de la terre en 1 056 ans ce qui donne l'âge corrigé de la terre la valeur de 1.182.089.552 années.

Et le résultat final pour l'âge de la Terre présenté dans nos récits est très proche de l'âge radiométrique ou géologique de la Terre de 4 500 000 000. Nous avons atteint 4 358 666 805 ans pour l’âge de la terre, d’après les indications mathématiques de la Bible.





VIAGEM PARA O CÉU por ANTONIO FERNANDES MAMEDE é licenciado sob

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