segunda-feira, 5 de agosto de 2024

VIAGEM PARA O CÉU - CAPITULO 9


Espaço do Criador



Como vimos antes Moisés afirmou a necessidade de contagem do tempo, de entendermos essa relatividade do tempo.

Em pesquisa que fiz no site - Wikipédia, A enciclopédia livre - obtive o seguinte texto:

O Salmo 90 é o nonagésimo salmo do Livro dos Salmos, geralmente conhecido em português por seu décimo segundo versículo na Versão Almeida Corrigida Fiel:

12 Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios.


Na versão grega denominada “Septuaginta” da bíblia em sua tradução latina “Vulgata”, esse salmo é o Salmo 89 em um sistema de numeração ligeiramente diferente.

Em latim, é conhecido como "Domine refugium tu factus es nobis".

Único entre os Salmos, este é atribuído a Moisés, sendo então o primeiro Salmo a ser escrito cronologicamente, daqueles que se tem conhecimento dos autores.


O Salmo também é bem conhecido por seu versículo 4, que é citado no Novo Testamento por Pedro, e por sua referência no versículo 10 à expectativa de vida humana de 70 ou 80 anos, na versão Almeida Corrigida Fiel.

… setenta anos, e se alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta anos ...,

Acredita-se que este versículo foi a influência para as palavras de abertura do discurso de Gettysburg de Abraham Lincoln.

Nós mencionaremos agora o apóstolo Pedro, que percebeu também essa necessidade de contagem do tempo, e como ele era o discípulo que conviveu da intimidade de Jesus Cristo, pôde ter certeza desses espaços celestiais e por isso destacamos o seguinte texto de 2 Pedro 3 : 8.

8 Mas, amados, não ignoreis uma coisa, que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia.

O apóstolo Pedro faz ênfase a este texto, ele evidencia uma revelação científica que foi escrita por Moisés no Salmo 90 verso 10. Nessa carta Pedro está demonstrando evidências que haverá um retorno a terra de Jesus Cristo.


Todos os membros da igreja, que iriam receber esta carta, sabiam que Jesus não estava mais neste mundo e sim no céu, então Pedro evidencia a existência de um Espaço do Criador, onde habita o Altíssimo, e que de lá Jesus retornará para adentrar os fiéis para o Espaço do Paraíso.

Nós definimos como Espaço do Paraíso o espaço-tempo onde foi realizada a criação e onde Adão permaneceu até ser trasladado com a terra para a Via Láctea. Mas antes da criação já existia espaço-tempo diferenciado, chamado de céu e que simplificadamente não classificamos ainda, mas nos referimos simplesmente a ele como o Espaço do Criador.


O apóstolo João evidenciou a existência desse espaço-tempo – céu – quando mencionou que a Nova Jerusalém descia do céu. E ele se situava nesse novo céu, onde viu a Nova Jerusalém descer. Ele mencionou isso no livro do Apocalipse, capítulo 21, versos 1 e 2.

1 E vi um novo céu, e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. 2 E eu, João, vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido.


Por outro lado o profeta Isaías apresenta também uma tenda montada sobre a terra em seu livro no capítulo 40 verso 22:

22 Ele é o que está assentado sobre o círculo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos; é ele o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tenda, para neles habitar;

Imagem de um homem assentado no globo da terra.

A linguagem usada nesse texto é matemática como demonstraremos em capítulos seguintes, haja visto as palavras relativas a círculo, tais como circunferência, redondeza ou globo, usadas em outras versões da bíblia.

A referência a gafanhotos, está relacionada a Lei de Lorentz, a relatividade do espaço-tempo, com sua contração e que são percebidas por nosso referencial por causa das altíssimas velocidades segundo afirmou Einstein.

A tenda em nosso entendimento portanto, significará uma acoplagem de nosso espaço-tempo com espaço-tempo descrito por Isaías e João?


Dessa forma, e segundo Isaías temos um buraco de minhoca, uma curvatura do espaço-tempo ou dobra do espaço-tempo diretamente sobre a terra, onde podemos acessar a espaços paralelos através dessa acoplagem?

Então a partir deste momento façamos a contagem de tempo que Moisés ansiava.

Assim no Espaço do Paraíso, aos olhos do Senhor, segundo as palavras de Moisés, esse período diurno equivale a 1000 anos ou como ao período da noite que é equivalente também a 1000 anos.

Na verdade de modo geral, os dias e a noites não tem durações iguais. Isso somente acontece duas vezes ao ano, no equinócio da primavera e no equinócio do outono, quando o dia vai ter 12 horas e a noite vai ter 12 horas também.

Então a duração do dia, aos olhos do Senhor, certamente será um dia intermediário entre o mais longo e o mais curto. Um dia de luz com duração média.


Nossa pesquisa encontrou o dia mais longo, no solstício de verão do hemisfério norte, onde o sol nasce as 6:11 e se põe as 21:04. A duração do dia é de 893 minutos.

O dia mais curto acontece no Equinócio, da primavera ou do outono, e tem 12 horas de duração, ou seja, 720 minutos.


O dia intermediário ou médio terá 806 minutos ou 48.360 segundos.

Como Moisés falou no Salmo 90 verso 8: 8 Mas, amados, não ignoreis uma coisa, que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia. Então 1.000 anos do Espaço do Paraíso terá 365 dias x 1.000 anos do nosso Espaço de Hoje, ou seja, 365.000 dias.

1 dia médio calculado anteriormente possui 48.360 segundos. Logo 1 dia do Espaço do Paraíso equivale a 365.000 / 48.360 = 7,54 dias por segundo. Faremos o arredondamento dessa grandeza para 7,5 dias.

O espaço-tempo - céu – é o espaço evidenciado por Isaías, na descrição de uma tenda sobre a terra. Dessa forma chamamos aqui de o Espaço do Criador.


O profeta Isaías menciona esse espaço nos capítulos 6 e 40, inicialmente pelo Capítulo 6, versos 1 a 13:

1 No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi também ao Senhor assentado sobre um alto e sublime trono; e a cauda do seu manto enchia o templo. 2 Serafins estavam por cima dele; cada um tinha seis asas; com duas cobriam os seus rostos, e com duas cobriam os seus pés, e com duas voavam. 3 E clamavam uns aos outros, dizendo: Santo, Santo, Santo é o Senhor dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória. 4 E os umbrais das portas se moveram à voz do que clamava, e a casa se encheu de fumaça. 5 Então disse eu: Ai de mim! Pois estou perdido; porque sou um homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de impuros lábios; os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos. 6 Porém um dos serafins voou para mim, trazendo na sua mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz; 7 E com a brasa tocou a minha boca, e disse: Eis que isto tocou os teus lábios; e a tua iniqüidade foi tirada, e expiado o teu pecado. 8 Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim. 9 Então disse ele: Vai, e dize a este povo: Ouvis, de fato, e não entendeis, e vedes, em verdade, mas não percebeis. 10 Engorda o coração deste povo, e faze-lhe pesados os ouvidos, e fecha-lhe os olhos; para que ele não veja com os seus olhos, e não ouça com os seus ouvidos, nem entenda com o seu coração, nem se converta e seja sarado. 11 Então disse eu: Até quando Senhor? E respondeu: Até que sejam desoladas as cidades e fiquem sem habitantes, e as casas sem moradores, e a terra seja de todo assolada. 12 E o Senhor afaste dela os homens, e no meio da terra seja grande o desamparo. 13 Porém ainda a décima parte ficará nela, e tornará a ser pastada; e como o carvalho, e como a azinheira, que depois de se desfolharem, ainda ficam firmes, assim a santa semente será a firmeza dela.


Isaías descreve uma cena inimaginável, tudo que ele via naquele espaço-tempo era novidade, pois nunca tinha visto nada igual ou mesmo semelhante. Eu imagino que Isaías estava assustadíssimo e ele tremeria de medo por causa disso. Ao perceber o movimento dos umbrais e a fumaça que penetrava na sala… Então Isaías falou nesse capítulo 6 verso 5:

5 Então disse eu: Ai de mim! Pois estou perdido; porque sou um homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de impuros lábios; os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos.

Isaías segundo meu ponto de vista, adentrou ao Espaço do Criador, quando ele menciona no verso 1 desse capítulo 6: 1 No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi também ao Senhor assentado sobre um alto e sublime trono; e a cauda do seu manto enchia o templo.

A expressão que usa alto e sublime trono, posso traduzir matematicamente, como um posicionamento o mais alto possível no nível de céu do Espaço do Criador e sublime significando o mais inatingível possível.

Neste verso Isaías mostra a posição do Criador, como sendo o comandante de tudo e de todo o espaço-tempo do céu e do nosso universo.

Encontramos também os seguintes versos 21 a 26 do capítulo 40 do livro de Isaías:

21Porventura não sabeis? Porventura não ouvis, ou desde o princípio não se vos notificou, ou não atentastes para os fundamentos da terra? 22 Ele é o que está assentado sobre o círculo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos; é ele o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tenda, para neles habitar; 23 O que reduz a nada os príncipes, e torna em coisa vã os juízes da terra. 24 E mal se tem plantado, mal se tem semeado, e mal se tem arraigado na terra o seu tronco, já se secam, quando ele sopra sobre eles, e um tufão os leva como a pragana. 25 A quem, pois, me fareis semelhante, para que eu lhe seja igual? diz o Santo. 26 Levantai ao alto os vossos olhos, e vede quem criou estas coisas; foi aquele que faz sair o exército delas segundo o seu número; ele as chama a todas pelos seus nomes; por causa da grandeza das suas forças, e porquanto é forte em poder, nenhuma delas faltará.

Imagem de um homem assentado no globo da terra.

Nos versos 21 e 22 Isaías demonstra um raciocínio para despertar-nos, na pesquisa da fundamentação desses espaço-tempo que mencionamos aqui.

Ele fala de matemática ao falar do círculo da terra, ele fala de física quando menciona a relatividade do tempo ao comparar-nos com gafanhotos, ele sugestiona mensurações do espaço-tempo quando diz que o Criador está assentado sobre a terra, e menciona espaço-tempo no verso 26 quando nos sugestiona a olharmos para o alto, certamente na direção dessa tenda – espaço-tempo paralelo e superposto – e em cujo céu, os exércitos habitam ali e o criador conhece cada exército por seu nome.


Inicialmente mencionamos no capítulo anterior uma introdução breve, para explicar a ideia desse espaço-tempo – céu – que agora desenvolveremos mais detalhadamente.

Então como disse Moisés na expressão … aos olhos do Senhor percebemos que Moisés está falando de tudo que acontece no Espaço do Paraíso, quando o Criador se encontrava no processo da criação e onde deduzimos que 1 s daquele espaço-tempo equivale a 7,5 dias no nosso Espaço de Hoje.

Mas Paulo vai mencionar em sua primeira carta aos Coríntios, capítulo 15, verso 52, o seguinte:

52 Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.


Paulo sabe que o Criador em determinado momento, momento esse no Espaço do Criador, vai abrir e fechar os olhos, que é o momento da volta de Jesus Cristo, para o Espaço do Paraíso, onde estará na Nova Jerusalém recebendo os fiéis ressuscitados e transformados de todos os tempos da terra. Paulo mostra aqui nesse texto, a rapidez maior em que se dará esse evento.

Agora no Espaço do Criador, numa velocidade imensa essa ordem será dada em 0,05 segundos daquele espaço, pois que este piscará os olhos, ou seja, devido a contração agora desse espaço-tempo do Criador – céu – pela teoria da relatividade e pela Lei de Lorentz da contração, essa ordem será dada nesse prazo de 0,05 segundos. Lembrar que calculamos a contração do espaço-tempo nos parágrafos anteriores, onde fizemos o exemplo para o homem comparado ao gafanhoto, e a espessura de uma pessoa comparada a espessura de um barbante quando um sistema está na velocidade da luz e alcançamos a contração de 0,05 para 1 unidade de tempo ou de comprimento. O que ocorre é que para o nosso referencial na terra é que visualizamos essa contração.

Uma explicação idealizada é de que num determinado espaço-tempo na velocidade da luz, que é uma bolha dimensional de grandes dimensões, um objeto possa viajar na velocidade da luz dentro desse espaço e ocorrerá o fenômeno descrito acima quando referenciado a nossa terra. Daí a expressão relatividade do tempo.

Daí que teremos um relógio para o espaço-tempo do céu, o Espaço do Criador em que o efeito da relatividade vai alterar em 20 vezes o relógio do Paraíso e que se relaciona com a terra na proporção da velocidade da luz comparada a velocidade da terra durante aquele período de anos da terra mencionados na bíblia, porque esses tempos relacionados na bíblia são tempos marcados como tempos do Espaço do Paraíso.


Para aplicação prática dessa hipótese acima, veremos a aplicação matemática disso ao efetuarmos os cálculos nos capítulos seguintes usando esse fator multiplicador igual a 20.

Certamente a explicação não é facilmente entendida, mas os cálculos matemáticos nos capítulos seguintes demonstrarão essa ideia.







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