segunda-feira, 5 de agosto de 2024

VIAGEM PARA O CÉU - CAPITULO 14

 

Considerações Finais


Houve grandes milagres no Lago de Genesaré também conhecido por Mar da Galileia ou por Mar de Tiberíades, onde Jesus Cristo e seus discípulos participaram, por exemplo, na multiplicação dos pães e peixes, ou participaram do milagre de Jesus andando sobre as águas, ou no milagre da paralisação do vento que açoitava o barco dos discípulos, e mais outros milagres maravilhosos, e uso a expressão maravilhosos, porque são milagres coletivos onde muitas pessoas participaram, não restando dúvidas quanto a existência desses eventos.


Assim como outros milagres maravilhosos foram realizados na época de Moisés, quando ele e o povo Hebreu atravessaram o Mar Vermelho, ou quando o maná descia do céu para alimentar o povo Hebreu na travessia do deserto e muitas outros relatados, tanto no velho, quanto no novo testamento.


Eles se tornaram maravilhosos porque em sua grandiosidade não podem ser replicados pelo ser humano. Eles se tornaram maravilhosos porque foram feitos a milênios, sem a possibilidade tecnológica de nossa atualidade, sendo portanto irrefutáveis e provenientes de uma inteligência muito maior que a nossa.

Houve sem dúvida a ação poderosíssima do Criador em alterar a configuração do nosso espaço-tempo, para permitir a ação de seres que a bíblia denomina de anjos, e estes comissionados em missões específicas, ajudavam a Jesus Cristo ou a Moisés na realização daqueles milagres, bem como em alterações controladas de nossa atmosfera.


O milagre da multiplicação dos pães e peixes, desde o primeiro momento em que as pessoas se reuniram ao pé do monte para ouvir Jesus e até o momento em que essa multidão foi alimentada passou-se um bom tempo. Suponha que tenha sido em torno de uma hora. Então 3.600 segundos se passaram em nosso tempo, mas apenas 0,026 segundos no espaço-tempo do céu, - 3600 /300.000 / 0,463 = 0,026 segundos - devido ao relógio do espaço-tempo do céu ser muito mais rápido que o nosso, dessa forma esses milagres foram realizados instantaneamente.

E para que isso acontecesse, aquela região do mar da Galileia foi incorporada na Tenda de espaço-tempo, que Isaías fala no capitulo 40 do seu livro. Dessa forma tivemos a atuação direta do tempo na velocidade da luz em nossa terra que gira a 0,463 km/s. Se esse tempo fosse de 3 horas, mesmo assim teríamos muito menos de 1 segundo na sua realização.


Mencionamos anteriormente, que num piscar de olhos ou mesmo na morte, o cérebro paralisa as suas funções em 0,05 segundos. Apenas supomos uma hipótese bem razoável para não se dizer que o cérebro paralisa instantaneamente.

A morte de Jesus na cruz foi acompanhada de fenômenos climáticos extremos tais como terremoto, escurecimento do dia as três horas da tarde e a nosso ver isso deve-se a incorporação do espaço-tempo do céu em nossa dimensão, - o mesmo que para a multiplicação dos pães e peixes - , ocasionando a transferência de Jesus para o Espaço do Paraíso, onde o relógio do céu marcava 0,05 s, pois a paralisação do cérebro admitimos anteriormente como se desse nesse tempo e isso significa um transporte de 8,99 horas na terra – 300.000/0,463 x 0,05 = 32.397 segundos = 539,95 minutos = 8,99 horas - .


Jesus antes das 12 horas daquela sexta-feira conversa com um malfeitor, que estava condenado na cruz, e este reconheceu a divindade de Jesus Cristo, dai que Jesus menciona nesse diálogo com aquele também condenado, que naquele mesmo dia, iria se encontrar com ele no Paraíso.

Por cálculos semelhantes aos anteriores, vemos que foi realizado esse encontro, pois Jesus morre as três horas da tarde, e somando-se as 8.99 horas calculadas, percebemos que esse encontro efetivamente ainda se deu na sexta-feira as 11 horas e 59 minutos daquela noite.

Até a manhã de domingo ao raiar o dia, quando Jesus se encontra com Maria Madalena, ele já tinha se transferido no espaço-tempo para alguns locais, o primeiro foi o Paraíso, o segundo local presumivelmente foi onde estavam os mortos dos tempos antigos que dormiam a espera da restauração de suas vidas ao céu, e o terceiro local o nosso próprio espaço-tempo.

Nessas três transferências de espaços certamente se passaram um mínimo de 0,05 segundos do espaço do céu em cada um, assim essas transferências se deram num mínimo de 27 horas. De 3 horas da tarde na sexta-feira até 6 horas da manhã de domingo, se passaram 39 horas. Retirando-se essas 27 horas que se passaram em viagem no espaço-tempo, restaram 12 horas efetivas de permanência nos locais mencionados. A rapidez em que se dá os acontecimentos da ressurreição de Cristo na ótica do espaço do céu portanto é quase instantânea.


Daí a expressão de Jesus para Maria Madalena quando esta gesticula em direção de Jesus ao reconhecê-lo vivo:

- Não me toques pois ainda não fui para o Pai.

Jesus naquele instante acabava de chegar de uma viagem no espaço-tempo fantástica.

Não houve tempo de Jesus ir para o Espaço-tempo do Criador, tal era a vontade de realizar o evento da ressurreição, mostrando ao ser humano essa possibilidade de vida eterna de vencer a morte, como Jesus demonstrava. A preocupação do Criador e de Jesus na efetivação desse ato redentor, foi que esta, fosse a mais rápida possível.

Enfim, a nossa ciência se confunde com a bíblia, e a bíblia se confunde com a nossa ciência, porque finalmente uma e outra, provém do mesmo espaço-tempo, ambas foram projetadas e realizadas por nosso Criador.


Sem mais delongas, encerramos aqui essas ideias, apresentando os espaços-tempo, sugestionando uma pesquisa ou leitura da bíblia aos textos que embasaram os textos deste livro, e outros adicionais a aqueles, para que possam descobrir mais e mais revelações, científicas ou filosóficas, pessoais ou coletivas, da maneira que melhor te inspirares e até melhorando nossas ideias ou mesmo refutando-as com novas teorias confirmadoras.

Um grande abraço, porque pacientemente chegaram até aqui e até a próxima vez.



VIAGEM PARA O CÉU por ANTONIO FERNANDES MAMEDE é licenciado sob

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VIAGEM PARA O CÉU - CAPITULO 13



A massa da Terra


Isaías também nos desafia a mensurar a massa da terra no capítulo 40 verso 12: 12 Quem mediu na concha da sua mão as águas, e tomou a medida dos céus aos palmos, e recolheu numa medida o pó da terra e pesou os montes com peso e os outeiros em balanças?


Como viram nos capítulos anteriores, as medidas fornecidas ou induzidas por Isaías para a terra, para o formato da terra, comprovaram várias afirmações desse verso da bíblia. Até agora, tudo se confirmou, faltava provar a última afirmação de Isaías: Quem recolheu numa medida o pó da terra e pesou os montes com peso e os outeiros em balanças?


Medir a massa da terra. Quer dizer descobrir a massa da terra, mediante os dados fornecidos no Capítulo 40 de Isaías, pela imagem do Senhor Deus, pela imagem da terra e pela imagem de uma tenda sobre a terra, que Deus abre e fecha essa referida tenda, como se abrisse a uma cortina nessa tenda, para nela entrar ou sair ou mesmo habitar.

É claro que faremos como uma engenharia reversa. Já temos a nave pronta, só falta descobrir como ela poderá voar. A física já afirma que a massa da terra é 5,97 x 10^24 kg.

Ora, temos em mãos os seguintes dados matemáticos:

1. A massa da terra é a incógnita que queremos calcular e que pode ser obtida, por estar inserida na fórmula da energia cinética para a terra em função de sua velocidade de rotação que atribuiremos como sendo ETerra = ½ . m. v² sendo v = 0,463 km / s;

2. A massa da imagem sugerida por Isaías assentada sobre a terra;

3. A massa da tenda;

Então de uma forma simples, teremos: a massa da terra, a massa da imagem do Criador e a massa do Paraíso – e calcularemos a massa da tenda como sendo a massa do Paraíso - que estavam em equilíbrio naquele momento inicial da criação. Podemos escrever a seguinte equação:

Energia da terra = Energia da imagem do Criador + Energia do Paraíso;

Cálculo da Energia da imagem do Criador.

Lembrar que o Criador possui essa energia antes do processo da criação. No Espaço do Criador a contração do espaço-tempo é 20 vezes.

ECriador = m . c² Equação da energia proposta por Einstein; logo: E = massa x 20² x c²;

Na equação acima, m é a massa da imagem do criador e é calculada na proporção de 50 kg / metro de altura do ser humano médio com 1.80 metros, ou seja, a massa da imagem será igual a 45.871.200 metros x 50 kg = 2.293.560.000 kg.

ECriador = 8.25682 x (10)^28 kg.m²/s²;

Cálculo da Energia do Paraíso.

Será necessário estimar a massa da Nova Jerusalém pelo peso médio das casas, dos paisagismos, das ruas e das pessoas e cujo tamanho em planta é de 2.220 km x 2.220 km. Sabendo que esta é uma cidade com ruas e mansões segundo a bíblia, e que Jesus foi adiante dos seus escolhidos para preparar mansões onde estes vão morar. Essa densidade sobre a Nova Jerusalém estimamos em 1,26 kg por m².

EParaíso = m . c². Equação da energia proposta por Einstein. Lembrar que o Criador possui essa energia no Paraíso que está na velocidade da luz.

EParaíso = 2.220.000 m x 2.220.000 m x 1.26 kg/m² x 300.000.000 m/s x 300.000.000 m/s;

EParaíso = 5.58881 x (10)^29 kg.m²/s²;

Finalmente: Eterra = Eparaíso + Ecriador = 5.58881 x (10)^29 kg.m²/s² + 8.25682 x (10)^28 kg.m²/s²

Cálculo da Energia da terra.

ETerra = ½ . m . v²: A energia cinética da terra será a massa multiplicada pela metade da velocidade da terra ao quadrado em sua rotação em torno do seu eixo.

Logo m = 2 . ETerra / v². Sendo ETerra = Ecriador + Eparaíso;

A massa da terra = 2 . ETerra / 463² m²/s² = 5.98 x (10)^24 kg;

A geologia e a física, informam que a massa da terra é de 5.97 x (10)^24 kg e encontramos o valor de 5.98 x (10)^24 kg;


A precisão foi ótima uma vez que em nossos cálculos avaliamos a massa do Paraíso por hipóteses bem simples e mesmo assim a diferença do resultado final não foi apreciável.



VIAGEM PARA O CÉU por ANTONIO FERNANDES MAMEDE é licenciado sob

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VIAGEM PARA O CÉU - CAPITULO 12

 


As portas do Espaço do céu


Esse período de tempo de “… abrir e fechar de olhos …” mencionado por Paulo, sendo bem menor que o período mencionado por Moisés em “… aos olhos do Senhor ...”, demonstra que o Criador agora está em seu espaço-tempo – céu - , no Espaço do Criador e isto aponta para uma velocidade que é influenciada pela contração do espaço-tempo em 20 vezes - 1 para 0,05 - .


Coincidentemente o piscar de olhos na terra, evidencia um tempo de 0,05 segundos que foi chamado nas pesquisas biológicas em Londres, de cegueira do cérebro pois que este paralisa quase todas as suas funções vitais nesse espaço de tempo.


Aprender a contar esse tempo para transmitir as gerações futuras era o desejo de Moisés? Moisés sabia que os dias eram variáveis na terra, que tinha de considerar o tamanho desse dias e dessas noites, dependia da localização da pessoa na terra. Então Moisés sabia quanto era difícil essa determinação.



Esses três parágrafos nós já mencionamos no capítulo 8 de Espaço dos Antigos a respeito da palavra de Paulo em Primeiro Corintios 15:52: Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.

Paulo sabia que numa fração de segundo, o Criador dará a ordem mencionada no texto acima, e ele considera que o tempo de duração dessa ordem é rapidíssimo, é da ordem da duração de um abrir e fechar de olhos.


Esse tempo de abrir e fechar os olhos instantaneamente cria uma cegueira no cérebro como se este paralisasse suas funções vitais em 0,05 segundos como falamos acima. Como se o corpo morresse em 0,05 segundos. Essa foi a expressão que a BBC de Londres destacou em sua matéria jornalística de 2005, quando os biólogos e cientistas da University College of London fizeram essa pesquisa e a divulgaram naquela época de 2005.

Isto quer dizer que essa ordem ao ser transmitida na velocidade da luz, consequentemente os espaços-tempo se movimentarão e a tenda em volta da terra que está nessa velocidade receberá a Nova Jerusalém e esta abrirá suas portas para adentrarem aqueles corpos que estarão ressuscitados e transformados aqui na terra.


Nesse movimento cósmico certamente corpos celestes no sistema solar possam perder sua estabilidade, a energia cinética que provém da Nova Jerusalém – segundo o apóstolo João essa cidade de Nova Jerusalém é um cubo de lado igual a 2.220 km – ao adentrar na região próxima ao planeta terra, provocará fenômenos climáticos, terremotos, etc.


Assim conforme descrito no Novo testamento, o evento da volta do Senhor Jesus Cristo, que é relatada por diversos evangelistas, será acompanhada de diversos fenômenos climáticos, astronômicos, e nós podemos entender que estão associados ao espaços-tempo ao se adaptarem a essa situação física.

Eu imagino que muitas pessoas estejam ainda sem terem uma compreensão perfeita de tudo que falamos até aqui porque para isso depende de uma compreensão matemática e física que a maioria não está acostumada a lidar.

Vamos reexplicar mais detalhadamente inclusive com demonstrações matemáticas esse fato da contração do espaço-tempo e ao mesmo tempo explanarmos mais um pouco de uma maneira mais física, sobre aqueles números que calculamos para a idade da terra. Porque é a situação que acontece no espaço-tempo as portas de acesso ao Espaço do Paraíso.

Em primeiro lugar vou fazer uma imagem hipotética de como se dá a chegada nesse Espaço do Paraíso quando estamos de saída do nosso Espaço de Hoje.


Suponha que já fosse possível viajarmos numa nave que alcançasse velocidades, igual ou próximas a velocidade da luz. Suponha que essa nave pudesse ser observada daqui da terra quando alcançasse a velocidade de 299.620 km/s. Nesse caso, segundo explicou o próprio Einstein há uma contração do espaço-tempo nesse momento que essa nave está alcançando essa velocidade.

Ao acontecer esse evento acima, o espaço-tempo se contrai, o tecido ou a malha do espaço-tempo começa a se dobrar ou esticar, como se pessoas segurassem pelas pontas de uma toalha suspensa uma bola muito pesada.


A bola vai correr para o centro da toalha afundando a mesma num ponto onde se apoiou a bola de ferro. Suponha que a toalha seja de um material elástico, consequentemente naquele ponto em que a bola se apoiou, o tecido da toalha se afundou na direção do movimento da bola. Formou-se na região da toalha no entorno da bola, uma superfície cônica ou uma superfície piramidal de inúmeras faces que se confunde com uma superfície cônica.

Isso acontece quando chegamos as portas do Paraíso, o espaço-tempo está contraído segundo a Lei de Lorentz em 5%. Tanto o comprimento quanto o tempo estão contraídos.


A lei de Lorentz é L = L’.√(1-v² / c²) ou T = T’. √(1-v² / c²) onde L = comprimento da nave quando alcança a velocidade próxima da velocidade da luz e T’ o tempo decorrido do evento naquela velocidade próxima da velocidade da luz.

A sensação de que a nave diminui de comprimento em altas velocidades próximas a velocidade da luz e o mesmo possa acontecer para o tempo, significa que a nossos olhos na terra naquela direção da nave tudo se passa na realidade, não pela redução do comprimento da nave em si, mas segundo Einstein pela contração da malha do espaço-tempo.

Então essa diminuição de comprimento da nave, pode ser melhor entendida pelo exemplo da toalha e da bolinha de ferro, neste caso a bolinha representa a nave e a malha de espaço-tempo representa a toalha.

Dessa forma Isaías menciona uma tenda montada sobre a terra no capítulo 40. Essa tenda não seria a malha do espaço-tempo montada sobre a terra, em que saindo da superfície da terra uma nave em direção ao espaço acima, como a nave que mencionamos no exemplo hipotético e esta, chegando a velocidades próximas a da luz, contrai a malha dando a esta a forma cônica? E ai, saindo desse cone adentra ao espaço-tempo do Espaço do Paraíso e ao Espaço do Criador?

Para aqueles mais exigentes explicaremos matematicamente a Lei de Lorentz para este caso.

Quando a nave chega nesse gargalo do espaço-tempo com a velocidade de 299.620 km/s dissemos que a malha do tempo atinge o valor de 0,05 do tempo.


Imagine que dentro dessa nave, naquela velocidade acima, é acionado um ponto de luz – esfera azul clara - que sai da lanterna e vai até ao espelho no teto da nave. A luz bate no espelho e volta até o ponto de partida, que foi a lanterna. A luz se propagou em linha reta. Um observador dentro da nave verá uma luz ir e voltar percorrendo no sentido vertical a distância entre a lanterna e o espelho.


A distância percorrida pelo ponto de luz entre os dois pontos, a lanterna e o espelho, será 2D. A velocidade da luz nesse percurso é c = 300.000 km/s. O tempo t de percurso será a distância 2D dividida por c (t = 2 D / c). Por definição chamaremos t de Δtp = 2 D / c onde Δtp (tempo próprio do observador). Dessa forma D = c . Δtp / 2 .  (Equação 1)

Para o observador na terra, com poderes de vista de um super-homem, verá o feixe de luz ser propagado na direção inclinada, da lanterna até o espelho no teto da nave e depois voltando na direção inclinada, do espelho até a lanterna. Também será uma linha reta pois se trata de um ponto de luz caminhando entre dois pontos.



A geometria desse percurso da luz está na figura abaixo, onde s é a distância percorrida pela luz em sua velocidade c = 300.000 km/s, Da distância definida no desenho anterior e L é a distância que a nave percorre quando o ponto de luz sai da lanterna e encontra o espelho e quando o ponto de luz percorre uma distância L do espelho até a lanterna.



A geometria forneceu a distância s em função de D e L, utilizando o teorema de Pitágoras.

Então: s = √ (D² + L²) , sendo L = distância horizontal percorrida pela nave, D já definido, s definido pelo caminho do ponto de luz.

Sendo Δt = tempo visto por um observador na terra.

Teremos: 2L / Δt = v, sendo v = Velocidade da nave.

Daí: L = v . Δt / 2;  (Equação 2)

Sendo s o caminho percorrido pela luz de um observador da terra temos: 2 s / c = Δt , logo:

s = Δt . c / 2;  (Equação 3)

Substituindo L e s (Equações 2 e 3) na equação s² = D² + L² ficará:

(Δt . c / 2 )² = D² + (v . Δt / 2)², resolvendo:

Δt = 2 D / c √ (1 – v²/c²);

Mas como D = c . Δtp / 2 obtido na Equação 1, teremos:

Δt = Δtp / √ (1 – v² / c²)

Logo há uma relação entre os tempos próprio do observador na nave e o tempo do observador na terra e é:

Δt / Δtp = √ (1 – v² / c²) .

E foi o que explanamos anteriormente, a nave atingindo a velocidade v de 299.620 km/s provoca um Δt = Δtp . √ (1 – 299.620² / 300.000²) e isso dá :

Δt = Δtp . 0,05

No momento que a Nave atinge então a velocidade da luz as portas do Espaço do Paraíso, ela está em condições de percorrer um novo espaço-tempo que está também na velocidade da luz. O relógio desse espaço-tempo está rodando na velocidade da luz e o nosso relógio na terra está em diversas velocidades de rotação definidas anteriormente nas velocidades dos espaços-tempo da terra em Espaço dos Antigos/Matusalém, Espaço dos Antigos/Noé, Espaço dos Antigos/Éber, Espaço dos Antigos/José.


Dessa forma usamos o multiplicador 20 que é o inverso de 0,05, pois estamos agora comparando idades da terra vistas pela ótica do Espaço do Criador que também está na velocidade da luz. Assim relembrando a Espaço dos Antigos/Matusalém que estava na velocidade de 5,36 km/s comparado ao relógio do Espaço do Paraíso ou ao Espaço do criador, ambos na velocidade da luz, teremos olhando do Espaço do Criador para a terra, a seguinte matemática: 300.000 / 5,36 – primeira correção para os relógios – multiplicado por 20 – correção da contração do espaço-tempo – e multiplicado pela idade da terra em 1.056 anos o que forneceu para a idade da terra corrigida o valor de 1.182.089.552 anos.

E o resultado final para a idade da terra apresentada em nossas contas se próxima bastante da idade da terra, radiométrica ou geológica de 4.500.000.000. Alcançamos 4.358.666.805 anos para a idade da terra pelas indicações matemáticas da bíblia.



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VIAGEM PARA O CÉU - CAPITULO 11



Relação métrica de Isaías



Os resultados alcançados na Tabela 004, Valores da Idade da Terra corrigidas, estão bem próximos do resultado atual de nossa ciência. Eles foram calculados estabelecendo um relógio para esse espaço-tempo rodando na velocidade da luz em comparação com outro relógio na terra nas velocidades estimadas para a terra de acordo com as idades patriarcais. Nosso relógio foi corrigido em 20 vezes mais, por conta que a contração desse espaço-tempo no céu é vivenciada por nós como se o tempo fosse 20 vezes mais rápido.


Queremos constatar duas situações que já falamos anteriormente. Para o nosso referencial os anos que se passaram e que calculamos na Tabela 004 são idênticos aos resultados que a ciência publicou. Já pelo referencial do relógio do Criador – céu – considerando a teoria da relatividade, os anos que se passaram são os que estão na bíblia. Ou seja, os dois resultados são corretos dependendo do ponto de vista, ou do referencial que se estabeleça.

Mas o leitor pode pensar: será coincidência, puro palpite certo, Moisés ter acertado naquela expressão que resultou na velocidade da luz ao sistema de espaço-tempo – céu – e que para diferenciar os espaços, chamamos de Espaço do Criador? E existe mesmo esse espaço-tempo nessa velocidade?

Precisamos de outro texto que nos dê uma fundamentação matemática para confirmar que o céu está na velocidade da luz. A bíblia novamente vai nos fornecer essa informação. O profeta Isaías destaca essa questão a partir dos versos 12 a 22:

12 Quem mediu na concha da sua mão as águas, e tomou a medida dos céus aos palmos, e recolheu numa medida o pó da terra e pesou os montes com peso e os outeiros em balanças? 




13 Quem guiou o Espírito do Senhor, ou como seu conselheiro o ensinou? 14 Com quem tomou ele conselho, que lhe desse entendimento, e lhe ensinasse o caminho do juízo, e lhe ensinasse conhecimento, e lhe mostrasse o caminho do entendimento?


15 Eis que as nações são consideradas por ele como a gota de um balde, e como o pó miúdo das balanças; eis que ele levanta as ilhas como a uma coisa pequeníssima. 16 Nem todo o Líbano basta para o fogo, nem os seus animais bastam para holocaustos. 17 Todas as nações são como nada perante ele; ele as considera menos do que nada e como uma coisa vã. 18 A quem, pois, fareis semelhante a Deus, ou com que o comparareis? 19 O artífice funde a imagem, e o ourives a cobre de ouro, e forja para ela cadeias de prata. 20 O empobrecido, que não pode oferecer tanto, escolhe madeira que não se apodrece; artífice sábio busca, para gravar uma imagem que não se pode mover. 21 Porventura não sabeis? Porventura não ouvis, ou desde o princípio não se vos notificou, ou não atentastes para os fundamentos da terra? 22 Ele é o que está assentado sobre o círculo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos; é ele o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tenda, para neles habitar;




Neste verso 12 Isaías nos convida a mensurar as medidas das mãos em concha da imagem do Criador assentado sobre a terra, conforme explica no verso 22, pois nelas cabem todas as águas da terra.

Nessa sequência de cálculos Isaías aconselha a medir os céus a palmos. Lembramos que palmo era uma medida antiga de comprimentos. Medir o céu a palmos, significava avaliar medidas de espaço-tempo, pois uma medida de comprimento e tempo, acabam envolvidas também.

Isaías menciona a relatividade do tempo aos nos comparar com gafanhotos e destaca uma tenda onde o Criador enrola e desenrola o céu como se fosse uma cortina, para neles habitar.


A palavra céu aparece no plural, por isso mencionamos que o Espaço do Paraíso e o Espaço do Criador são espaços diferentes. Os dois estão na velocidade da luz. O Espaço do Paraíso também consideramos como o espaço da Nova Jerusalém devido a árvore da vida estar neste espaço anteriormente, daí por associação entendermos serem o mesmo espaço.

Sendo assim vamos iniciar analisando a imagem de um homem assentado sobre a terra. Pura e simplesmente essa proposta original do Criador – fantástica - , nos induz naturalmente a uma associação de pensamento comparativo, uma vez que não existe um ser humano com tais dimensões. Imediatamente entendemos que a terra está sendo utilizada como uma cadeira. E o tamanho dessa imagem do Criador está sendo utilizado em comparação com o tamanho de um ser humano.

Uma cadeira estabelecida com altura padrão de 0,50 metro, está comparada com a terra de diâmetro igual a 12.742 km. Dessa forma simples, Isaías nos induziu a raciocinar que 1 metro da imagem terá 25.484 km.


A primeira certeza na confirmação disso será dimensionar o tamanho das mãos. De uma forma indireta, basta sabermos quanto de água cabem em nossas mãos. Cabem 84 cm³. Imaginem medidas próximas de 6,5 cm x 6,5 cm x 2,0 cm = 84 cm³.


Se 1 metro equivale a 25.484 km da imagem, então 1 cm equivale a 254,84 km.

Se 1 centímetro cúbico – 1 cm³ é o mesmo que 1 cm x 1 cm x 1 cm – equivale a 254,84³ km³, saberemos que 84 cm³ equivalem a 84 x 254,84 km³, o que fornece o valor de 1.390.215. 336,71 km³ que arredondaremos para 1.390 milhões de km³.

A USGS – Serviço Geológico dos Estados Unidos – que faz parte do Departamento do Interior dos Estados Unidos, informa em seu site: https://www.usgs.gov/special-topics/water-science-school/science/how-much-water-there-earth que o volume total de águas na terra, no interior, sobre e acima da terra é de 1.386.000.000 km³, arredondado para 1.386 milhões de km³.

Imagem da USGS mostrando toda a agua do nosso planeta 
por uma esfera azul comparada a esfera da terra.

A precisão do resultado calculado pelas informações fornecidas por Isaías é impressionante. O modelo matemático criado pelo profeta foi espetacular, pois a diferença entre um valor e outro é de apenas 4 km³.

Continuando a análise do modelo matemático de Isaías estabelecido que 1 metro equivale a 25.484 km da imagem do Criador assentado sobre a terra, entendemos que precisamos de uma outra aferição desse modelo pois poderia ser que Isaías acertasse por mera casualidade.



Se somos semelhantes a imagem de Deus, teremos a mesma proporcionalidade para andar, pular e correr no Espaço do Paraíso porque ali fomos criados a semelhança do Criador. A ideia de comparar um atleta olímpico, assim como Paulo comparou em 1 Corintios 9:24: 24 “ Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis.”, foi porque o ser humano Adão que eu supus seria um modelo para corpo saudável e portanto com capacidade atlética. Assim pesquisei um atleta de corrida olímpica de 100 metros rasos. E encontrei ao atleta Usain Bolt para padrão de ser humano mais veloz da terra. Certamente correrá no céu na mesma proporcionalidade.

Em 16/08/2009, na Alemanha Usain Bolt correu 100 metros no tempo de 9.58 segundos. Proporcionando uma velocidade de 37.57 km / hora. Ocorre que nos 50 metros finais quando o atleta atinge o ápice de sua performance, atinge sua velocidade máxima. Desta forma nos 30 metros da corrida, entre os 50 metros e os 80 metros, alcançou a velocidade de 43.9 km / h e nos últimos 20 metros da corrida, entre os 80 e os 100 metros, alcançou a velocidade de 40 km/h.

A média ponderada destes 50 metros finais fica: ( 30 m x 43.9 + 20 x 40 ) / 50 = 42.34 km / h.

Então no céu como correria nosso atleta Usain Bolt? Basta transformar a medida da terra para a medida do céu: 42,34 km / h que transformamos em 11.76111 m / s.

Para corrigirmos a velocidade da terra para a velocidade do céu, teremos:

11.76111 m / s x 25.484 km / m = 299.720,13 km / s;

Esta velocidade corresponde a velocidade da luz no vácuo: 299.792,4 km / s;


Dessa forma obtivemos a velocidade da luz utilizando o Salmo 90 que diz para o verso 4: 4 Porque mil anos são aos teus olhos como o dia de ontem que passou, e como a vigília da noite.. e obtivemos também por Isaías 40 verso 22 que diz: 22 Ele é o que está assentado sobre o círculo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos; é ele o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tenda, para neles habitar; e também pelo profeta João que mencionou em sua primeira carta capítulo 1 verso 7: Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado.

O título deste capítulo Relação métrica de Isaías encabeça todo o esclarecimento deste capítulo 40. Neste verso 22 Isaías nos proporcionou outra informação preciosa de que a terra era redonda. E por ter escrito isso há 700 anos AC, muitas pessoas duvidam dessa credibilidade de informação.

Como o leitor percebe Isaías vai além de nosso espaço-tempo. Ele prova conhecer a terra a distância, pois ele afirma olhando de fora, do espaço solar, ao imaginar a imagem do Criador assentado sobre a terra. E ele afirmou ter adentrado ao alto céu no capítulo 6.

Ao afirmar tão pouca quantidade de água na terra, pois elas cabem nas mãos da imagem que Isaías sugestionou, o que seria impossível de se imaginar, uma imagem desse tamanho na proporção com o planeta terra, uma vez que somente por volta dos anos 180 AC, Erastostenes atribuiu para o diâmetro da terra o valor de 6.400 km e ao mesmo tempo saber qual era a quantidade de água na terra.

Mesmo antes de Erastostenes, por volta da casa de 400/500 anos AC, o matemático Pitágoras sem nenhuma apresentação matemática, mencionou uma opinião, sem a certeza dela, sobre a redondeza da terra. Portanto Isaías parece ter sido o primeiro a falar, por conta do seu registro na bíblia.

Quanto a esta informação métrica de Isaías estar correta, já demonstramos pelo volume de águas na terra e a medida que seguirmos este capítulo mostraremos mais outras demonstrações, como por exemplo a do capítulo 40 verso 15: 15 Eis que as nações são consideradas por ele como a gota de um balde, e como o pó miúdo das balanças; eis que ele levanta as ilhas como a uma coisa pequeníssima.



Uma gota de água, por exemplo, mede 0.05 ml - um frasco com 1 ml de água contém 20 gotas.- O diâmetro da gota é 0.458 cm. Depende do pingador e da origem da água. Vamos considerar este calculo médio.

Um balde com 10 litros terá então 10.000 ml x 20 gotas, ou seja, terá 200.000 gotas.

Será 1 gota para 200.000 gotas = 5 x 10^(-6).

Comparando a população da menor nação do mundo que é Mônaco – Não consideramos Vaticano porque não representa um país comum - e que possui a população de 37.800 habitantes - a gota - com a população mundial - o balde - de 7.600.000.000 de habitantes, teremos a proporção aproximada de 4,97 x 10 ^ (-6) idêntica a de uma gota d' água para um balde que forneceu 5 x 10 ^(-6).


Percebam que Isaías afirma uma situação que só acontece agora em nosso tempo. Isaías podia acessar a essa informação além do seu tempo? Parece que sim, pois são inúmeras as profecias dele mencionando a Jesus Cristo como o Messias que viria nascer em futuro próximo em Israel.

É tão profético o livro de Isaías que ele foi chamado de profeta Messiânico. Tal a quantidade de acertos proféticos. E não seria casualidade de sua parte escrever 66 capítulos em seu livro, que coincidem com o total de livros contidos na bíblia sagrada cristã. Por outro lado tendo como divisor de duas épocas os 39 capítulos iniciais que se comparam ao Antigo Testamento e os 26 restantes que se comparam ao Novo Testamento, ou seja, antes de Jesus e após Jesus. O capítulo 40 é o divisor, quando apresenta os espaços-tempo do céu e fala do Criador assentado sobre a terra.

Ainda nesse mesmo capítulo 40 verso 15:15 Eis que as nações são consideradas por ele como a gota de um balde, e como o pó miúdo das balanças; eis que ele levanta as ilhas como a uma coisa pequeníssima. Isaías destaca que as ilhas que são nações cabem nas mãos da imagem do Criador.

Novamente a semelhança do ser humano ao Criador é usada por Isaías, assim comparando a altura do ser humano com 1.80 m para a altura da imagem, teremos para medida: 25.484 km x 1.80 m = 45.871,20 km.

Imagem obtida no site da Pintarest 
https://br.pinterest.com/adriano_0037/propor%C3%A7%C3%A3o-corpo-humano/


A altura do referido corpo humano, dividida em partes iguais por círculos, terá a correspondência de sete e meio círculos, do punho para a ponta dos dedos, o tamanho equivalerá a um círculo também. Isso vai dar: 180 / 7,5 = 24 cm. Então do punho a ponta do dedo da mão teremos 24 cm. Vamos considerar que a mão seja 20 cm em 24 cm. Daí que 1 cm equivale a 254,84 km – calculado página anterior – logo os 20 cm equivalerá a 20 x 254,84 km= 5.096 km.

Logo nessa medida da mão da imagem do Criador sugestionada por Isaías, cabem a Austrália e a Inglaterra que são as maiores nações insulares da terra.




Ainda há uma demonstração quanto a massa da terra, na proposição do capítulo 40 verso 12: 12 Quem mediu na concha da sua mão as águas, e tomou a medida dos céus aos palmos, e recolheu numa medida o pó da terra e pesou os montes com peso e os outeiros em balanças? que promove cálculos mais avançados que mostraremos em capítulos adiante.


Finalmente entendemos que Isaías sabia das dimensões de espaço-tempo da terra e do céu conforme escreveu no capítulo 40.