segunda-feira, 5 de agosto de 2024

VIAGEM PARA O CÉU - CAPÍTULO 7

 


Lei de Lorentz



A nossa ideia se baseou nos textos da bíblia, que mencionaram que o Adão foi expulso do Paraíso e lançado para fora deste Paraíso, e nesse lançamento supomos que a terra acompanhou a Adão nesse mesmo destino, saindo portanto do Espaço do Paraíso e adentrando para o Espaço dos Antigos, se posicionando justamente na Via Láctea e como, mencionamos antes, a terra agora está sujeita as forças gravitacionais da galáxia, das estrelas próximas, do sistema solar em adaptação a esse novo posicionamento cósmico, da vizinhança com os corpos celestes errantes e na trajetória desse espaço.


A terra nesse período possui grandes animais, homens de grande estatura, longevidade de quase 1000 anos e certamente podemos pensar numa situação climática e biológica favorável a essa longevidade.


A diminuição da rotação do planeta terra, provocou as consequentes situações climáticas e biológicas que ao final se transformaram no dilúvio?

Eu notei que a bíblia não menciona se existiram outras embarcações que salvariam outras pessoas. Mas se houvessem outras embarcações, parece que não conseguiram o escape da inundação do dilúvio, pois que segundo a bíblia, as águas cobriram os montes mais altos da terra e ninguém mais sobreviveu além de Noé e sua família. O livro de Gênesis capítulo 7, versos 21 e 22 descrevem os seguintes textos:


21 E expirou toda a carne que se movia sobre a terra, tanto de ave como de gado e de feras, e de todo o réptil que se arrasta sobre a terra, e todo o homem. 22 Tudo o que tinha fôlego de espírito de vida em suas narinas, tudo o que havia em terra seca, morreu.

A ausência de embarcações de porte com possibilidade de enfrentarem um evento climático de tão grande magnitude, demonstra que a configuração da terra era bem diferente da atual, as pessoas parecem não saber lidar com inundações, ou possuírem um conhecimento maior da logística de deslocamentos no mar.

Além desse grande evento na terra, esta pode ter recebido o choque de asteroides, de meteoros, os quais, transmitiram nesses choques, o efeito de dezenas ou centenas de bombas atômicas, explodindo ao mesmo tempo, e provocando uma nova posição rotacional no planeta terra, acelerando ou desacelerando a rotação do mesmo, conforme a direção da queda.


Esses efeitos podem ter mudado a biologia do nosso planeta e daí formularmos a ideia de Espaço dos Antigos/Matusalém, Espaço dos Antigos/Noé, Espaço dos Antigos/Éber, Espaço dos Antigos/José, do capítulo anterior.

Para prosseguirmos no entendimento desses espaços-tempo, precisamos relacionar as velocidades de cada sistema de espaço-tempo. Por exemplo, tranquilamente agora digito em meu teclado em completa estabilidade, em completo equilíbrio, em completo repouso no sistema terra.

Mas a terra não está parada, ela está em movimento com tudo e todos em movimento. Para termos uma ideia dessa magnitude de movimento, imagine que está na linha do equador e este meridianotem 40.028 km de perímetro. Você dará uma volta completa na terra em torno do seu eixo em 24 horas e retornará a mesma posição. A velocidade dessa rotação será o espaço percorrido dividido pelo tempo gasto nessa volta. Logo 40.028 km divididos por 24 horas vai ser igual a velocidade de rotação da terra. Esse valor será de 1.667,87 km/hora. E além desse movimento de rotação em torno de seu eixo, a terra ainda tem outros movimentos, só estamos falando desse principal na nossa ótica.


No caso, por exemplo de um carrossel de cavalinhos de pau, as crianças terão maior sensação de velocidade, conforme montem o cavalinho da borda. Se uma pessoa se situar exatamente no centro do carrossel, não terá praticamente nenhuma sensação de velocidade.


Podemos atribuir essa ideia ao próprio avião que percorre nossa atmosfera a 900 km/hora e nós que estamos em seu interior, no seu centro, não sentimos nenhuma sensação de velocidade, sentimos mesmo um repouso.

O sistema solar tem um sistema de forças gravitacionais que equilibram todos os corpos celestes em seu interior, embora estejam em movimentos individuais. Assim a galáxia forma um grande sistema também constituído de inúmeros sistemas estelares em seu interior.


E tudo está em movimento.

Um sistema na velocidade da luz teoricamente poderia ser imaginado da mesma forma que nos anteriormente falados. Podemos imaginar um espaço-tempo na velocidade da luz, como sendo um imenso espaço-tempo no formato de uma bolha, e em seu interior não sentirmos o efeito da sua velocidade?



De uma coisa sabemos, que haverá a contração do espaço-tempo em relação ao nosso espaço-tempo por conta dessa altíssima velocidade. Essa sensação de contração é comparativa entre os referenciais em diferentes velocidades, o que origina o pensamento de relatividade do tempo e das medidas também dessa malha do espaço-tempo.

Esse pensamento da contratura da malha do espaço-tempo foi a explicação que Einstein deu para esse efeito de contração demonstrado na lei de Lorentz.


Suponha que você tem uma nave estelar que se deslocasse a velocidade v de 299.620 km/s que é próxima da velocidade da luz, e quiséssemos saber a sua contratura, calcularemos o comprimento dessa nave multiplicado pela raiz quadrada de (1-v²/c²) sendo v a velocidade da nave e c sendo igual a velocidade da luz de 300.000 km/s.

Nesse caso, no nosso referencial teremos a sensação de que a nave será visualizada por nós como tendo 5 centésimos – 0,05 - do seu comprimento.

Interessante que pelo exemplo anterior ao adentrarmos na velocidade da luz com a velocidade v de 299.620 km/s, o espaço-tempo é contraido para 5% da medida inicial, ou seja, o comprimento diminuiu para 5% da medida original e o tempo se contraiu de 1 s do nosso referencial para 0,05 s. Esse tempo de 0,05 s é o tempo de um piscar de olhos. A contração foi 20 vezes menor que a original.

Se a nave tem 30 metros de comprimento teremos o seguinte cálculo da contração do comprimento da nave: 30 x raiz quadrada de (1 – 299.620² / 300.000²) = 30 x 0,05 = 1.5 metros. Incrível não é?

Uma pessoa que estivesse na iminência da velocidade da luz no vácuo, 299.620 km/s por exemplo com 1,80 m, teria uma contração de 1,80 m x 0,05 = 0.09 metros ou melhor iria para 9 centimetros de altura.

Mas se observarmos o sentido da espessura de uma pessoa que estaria na largura de 0.20 metros no exemplo anterior, a largura dela seria 0.20 x 0,05 = 0.01 metros ou 1 cm.

Uma curiosidade interessante é que o comprimento de um gafanhoto em pesquisa na internet varia de 3 centímetros a 12 centímetros. O de 12 centímetros é um gafanhoto gigante que ocorre lá pela Nova Zelândia, lá pela Oceania. A média é de 7,5 centímetros. Então uma pessoa próxima na velocidade da luz seria vista por nosso referencial como se tivesse 9 centímetros de altura. Como se fosse um gafanhoto médio!


Já para uma espessura de pessoa com 0.20 metros, encontramos a contração dessa espessura de 1 centímetro. Significa dizer que esta pessoa está na espessura de uma linha – nesse caso próxima a espessura de um barbante - que pode passar no buraco de uma agulha pois ela terá apenas 1 centímetro do nosso referencial! Lembrar que há 2000 anos atrás as linhas deveriam ser bem mais grossas que as atuais por causa da tecnologia daquela época.


Então pesquisando na bíblia a Primeira Carta de João, o apóstolo João, capítulo 1 verso 7 escreveu o seguinte texto:

7 Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado.


Eu notei nesse texto que o apóstolo menciona ao mesmo tempo dois espaços-tempo diferentes dizendo: Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros… este foi o Espaço do Paraíso (andarmos na luz) e o outro espaço-tempo é o nosso próprio Espaço de Hoje onde João fala: ... e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado.

E percebi também que o profeta Isaías em seu livro capítulo 40 verso 22, faz uma comparação com gafanhoto, num ponto de vista bem matemático, vejam:

Ele é o que está assentado sobre o círculo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos; é ele o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tenda, para neles habitar;


Dessa forma um homem de 1.80 metros é visto no Espaço do Paraíso como se fosse um gafanhoto conforme calculamos anteriormente.

Da mesma forma num outro texto que está no livro de Marcos capítulo10 verso 25 encontrei:

25 É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha, do que entrar um rico no reino de Deus.

O rico nesse caso estaria tão espesso que não passaria na agulha – claro que a espessura é tipificada como pecado – mas se ele tiver a espessura normal de uma pessoa, e estiver adentrando ao Espaço do Paraíso, ele entrará na agulha.

No livro do Apocalipse encontrei muitas curiosidades. Uma delas é que este mesmo apóstolo João que mencionou o texto acima na sua carta, e onde imaginei que este falava do espaço-tempo do céu e que chamamos aqui de Espaço do Paraíso, mencionou uma viagem a este espaço-tempo e descreveu externamente uma cidade que chamou de Nova Jerusalém e também descreveu internamente essa mesma cidade.


Mas o mais interessante foi sua determinação em mostrar como era esse espaço-tempo, mostrando o espaço de um cubo envolvente dessa cidade, a preocupação em mostrar que esta vem de um outro espaço-tempo superior, o Espaço do Criador, porque ela desce do espaço acima para o espaço abaixo onde visualiza toda essa cena.

E mostra as medidas desta cidade. E menciona uma árvore que chama de árvore da vida que é a mesma árvore que estava no Paraíso, quando Adão é lançado para fora daquele espaço-tempo.


Por essa razão considero que esse espaço-tempo correspondente a Nova Jerusalém é o mesmo espaço-tempo contendo a terra no momento da criação, ou seja, esse espaço-tempo é o Espaço do Paraíso da nossa classificação.

Estas informações bíblicas, essas ideias que procuramos demonstrar em números simples, apontam para a indicação de que os discípulos de Jesus Cristo entendiam profundamente desses espaços-tempo, de uma forma toda especial, sem conhecerem matemática mais erudita e com uma certeza inabalável dessa vida oculta.

Até agora descobrimos que o apóstolo João falou desse Espaço do Paraíso, Marcos e Isaías falaram desse espaço-tempo também, bem como o próprio Moisés no livro do Gênesis que é creditado a ele a sua redação.


Uma vez que já conseguimos a mensuração de idades da terra, ou seja, já descobrimos os tempos da terra, precisamos descobrir as velocidades para esses espaços-tempo, que são as velocidades da terra naqueles períodos que classificamos de Espaço dos Antigos.

Vamos resumir melhor para entenderem.

Para a velocidade do Espaço do Criador mostraremos adiante como conseguir aferi-la, mas precisamos estudar outros textos da bíblia em capítulos vindouros sequenciais.

Já temos a velocidade do Espaço do Paraíso que é a velocidade da luz com 300.000 km/s.

Para o Espaço dos Antigos nos quatro períodos, já contabilizamos as idades da terra, faltam agora, determinarem-se as velocidades desses quatro períodos: Espaço dos Antigos/Matusalém, Espaço dos Antigos/Noé, Espaço dos Antigos/Éber e Espaço dos Antigos/José.

Conhecidas as velocidades e o tempo, em situações chaves, poderemos traçar um gráfico matemático, e ao introduzirmos nele aqueles tempos que mensuramos no Espaço dos Antigos, conseguiremos saber suas respectivas velocidades.

A ideia é finalmente a seguinte: Poderíamos adaptar um gráfico que relacionasse idades do ser humano relacionadas a terra em sua rotação. Se a terra estivesse na luz, na velocidade da luz como estava inicialmente no Espaço do Paraíso – o céu - a vida do ser humano seria eterna.


Se no eixo vertical traçarmos as ordenadas relacionadas a velocidades de rotação da terra e no eixo horizontal traçarmos as abscissas relacionadas ao tempo de vida do ser humano, teremos esse gráfico relacionado.

Para as ordenadas temos já três pontos conhecidos, a ordenada de 300.000 km/s, a ordenada de 1.667,87 km/hora que transformaremos para unidades km/s, e o ponto de ordenada 0, o qual significa que não há vida, quando a velocidade do planeta fosse 0, ou seja, num espaço-tempo inexistente onde não há velocidade.

Para o gráfico acima ainda teremos: Uma ordenada de 300.000 km/s correspondente a uma abscissa no infinito positivo, uma ordenada de 1.667,87 km/h correspondente a abscissa de 80 anos, uma ordenada igual a 0, de velocidade nula, correspondente a abscissa 0, ou seja, de idade inexistente.

Então precisamos apenas saber qual será o formato dessa curva no gráfico e que determine uma aproximação matemática para esta função. Vamos escolher por simplicidade uma curva parabólica do segundo grau e adaptá-la para esta função.







VIAGEM PARA O CÉU por ANTONIO FERNANDES MAMEDE é licenciado sob

  CC BY-NC-ND 4.0


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