segunda-feira, 5 de agosto de 2024

VIAGEM PARA O CÉU - CAPITULO 10

 


Função do Espaço dos Antigos




Uma função parabólica tem a seguinte configuração: y = ax² + bx + c e adaptada ao nosso estudo ela será escrita como: v = a i² + bi + c sendo v as velocidades da terra e i as idades dos seres humanos.


Pelo gráfico já inicialmente traçado, conhecemos três pontos de passagem da função.

A função tem um primeiro ponto conhecido (0,0) onde i=0 e v=0;


Assim reescrevendo a função, esta ficará:

a.i² + b.i + c = 0, ai² = 0 por conta de i=0; bi = 0 por conta de i=0; resultando c = 0.

logo: A função se reescreverá: v = ai² + bi;

A função tem um segundo ponto conhecido (80, 0.463) onde i=80 anos e v=0,463 km/s;

Assim reescrevendo a função:

0,463 = a.80² + b.80; 0,463/80 = a.80 + b: b = 0,463/80 – a.80;

b = 0.0057875 – a.80  (Equação 1)

A função tem um terceiro ponto conhecido, (infinito, 300.000) onde i= infinito e v=300.000 km/s;

Como o leitor pode não estar familiarizado com essa situação matemática, vou colocar um valor muito alto para a idade do ser humano, por exemplo, a idade da terra na ciência como sendo 3 bilhões de anos. Assim reescrevendo a função:

300.000 = a.(3.000.000.000)² + b.(3.000.000.000);

Desenvolvendo este cálculo fica: 1/10.000 – a.(3.000.000.000) = b  (Equação 2)

Substituindo a equação 1 na Equação 2, teremos:

1/10.000 – a.(3.000.000.000) = 0.0057875 – a.80;

Desenvolvendo este cálculo fica: a = 56,875/-29.999.999.200.000;

Esse valor é muito pequeno certamente desprezível, logo:

b = 0.0057875 – a.80 A parcela de a é desprezível mesmo que multiplicado por 80.

Concluimos que b = 0,0057875 e a=0;

Dessa forma a Função-Espaço dos Antigos se torna uma função retilínea e se escreverá:

v = 0,0057875 . i;




De posse da relação acima entre v e i, podemos então calcular as velocidades da terra naqueles períodos chamados Espaço dos Antigos/Matusalém, Espaço dos Antigos/Noé, Espaço dos Antigos/Éber e Espaço dos Antigos/José.

Copiamos da tabela 001 no Capítulo 5 os valores da Idade da terra, os valores do período dessas idades da terra e a Idade média do ser humano naquele Espaço dos Antigos, para de posse deles calcular a velocidade de rotação da terra no Espaço dos Antigos.

Valores das velocidades de rotação 
da terra no Espaço dos Antigos

Espaços dos Antigos

Velocidade da terra

Período na terra

Idade da terra

Idade média do ser humano

Espaço dos Antigos/Matusalém

v1

1056 anos

1056 anos

926,14 anos

Espaço dos Antigos/Noé

v2

600 anos

1656 anos

863,5 anos

Espaço dos Antigos/Éber

v3

99 anos

1755 anos

483,75 anos

Espaço dos Antigos/José

v4

400 anos

2155 anos

185,88 anos


Tabela 002

Calculo de v

v1 = 0,0057875 x 926,14 = 5,36 km/s;

v2 = 0,0057875 x 863,5 = 4,99 km/s;

v3 = 0,0057875 x 483,75 = 2,80 km/s;

v4 = 0,0057875 x 926,14 = 1,07 km/s;

Valores das velocidades de rotação 
da terra no Espaço dos Antigos

Espaços dos Antigos

Velocidade da terra

Período na terra

Idade da terra

Idade média do ser humano

Espaço dos Antigos/Matusalém

5,36 km/s

1056 anos

1056 anos

926,14 anos

Espaço dos Antigos/Noé

4,99 km/s

600 anos

1656 anos

863,5 anos

Espaço dos Antigos/Éber

2,80 km/s

99 anos

1755 anos

483,75 anos

Espaço dos Antigos/José

1,07 km/s

400 anos

2155 anos

185,88 anos


Tabela 003

De posse dessas velocidades da terra e a idade correspondente do período, teremos a seguinte relação:

1 - No Espaço do Paraíso, com o relógio oficial da eternidade registrando os tempos bíblicos no livro do Gênesis, registrou-se 1056 anos, naquele período que o ser humano vivia em média 926,14 anos e que chamamos Espaço dos Antigos/Matusalém. Para corrigir esse relógio precisamos multiplicar esse tempo em 20 vezes para correção do espaço-tempo e dividirmos 300.000 que é a velocidade da luz por 5,36 que foi a velocidade da terra nesse período e multiplicarmos por 1.056 anos para corrigirmos essa idade. Vejamos:

300.000 / 5,36 x 1056 x 20 = 1.182.089.552 anos;

2 - No Espaço do Criador, com o relógio oficial da eternidade registrando os tempos bíblicos no livro do Gênesis, registrou-se 600 anos, naquele período que o ser humano vivia em média 863,5 anos e que chamamos Espaço dos Antigos/Noé. Para corrigir esse relógio precisamos multiplicar esse tempo em 20 vezes para correção do espaço-tempo e dividirmos 300.000 que é a velocidade da luz por 4,99 que foi a velocidade da terra nesse período e multiplicarmos por 600 anos para corrigirmos essa idade. Vejamos:

300.000 / 4,99 x 600 x 20 = 721.442.886 anos;

3 - No Espaço do Criador, com o relógio oficial da eternidade registrando os tempos bíblicos no livro do Gênesis, registrou-se 99 anos, naquele período que o ser humano vivia em média 483,75 anos e que chamamos Espaço dos Antigos/Éber. Para corrigir esse relógio precisamos multiplicar esse tempo em 20 vezes para correção do espaço-tempo e dividirmos 300.000 que é a velocidade da luz por 2,80 que foi a velocidade da terra nesse período e multiplicarmos por 99 anos para corrigirmos essa idade. Vejamos:

300.000 / 2,80 x 99 x 20 = 212.142.857 anos;

4 - No Espaço do Criador, com o relógio oficial da eternidade registrando os tempos bíblicos no livro do Gênesis, registrou-se 400 anos, naquele período que o ser humano vivia em média 185,88 anos e que chamamos Espaço dos Antigos/José. Para corrigir esse relógio precisamos multiplicar esse tempo em 20 vezes para correção do espaço-tempo e dividirmos 300.000 que é a velocidade da luz por 1,07 que foi a velocidade da terra nesse período e multiplicarmos por 99 anos para corrigirmos essa idade. Vejamos:

300.000 / 1,07 x 400 x 20 = 2.242.990.654 anos;

Valores de Idades da terra corrigidas

Espaço dos Antigos

Idade da terra no período

Idade média do ser humano

Idade da terra no período corrigida

Espaço dos Antigos/Matusalém

1056 anos

926,14 anos

1.182.089.552 anos

Espaço dos Antigos/Noé

600 anos

863,5 anos

721.442.886 anos

Espaço dos Antigos/Éber

99 anos

483,75 anos

212.142.857 anos

Espaço dos Antigos/José

400 anos

185,88 anos

2.242.990.654 anos

Idade da terra no Espaço dos Antigos

4.358.665.949 anos


Tabela 004

A este valor final da idade da terra nesse período de Espaço dos Antigos somaremos os 3.826 anos do Espaço de Hoje que percebemos ser desprezível na análise do resultado.

VIAGEM PARA O CÉU por ANTONIO FERNANDES MAMEDE é licenciado sob

  CC BY-NC-ND 4.0



VIAGEM PARA O CÉU - CAPITULO 9


Espaço do Criador



Como vimos antes Moisés afirmou a necessidade de contagem do tempo, de entendermos essa relatividade do tempo.

Em pesquisa que fiz no site - Wikipédia, A enciclopédia livre - obtive o seguinte texto:

O Salmo 90 é o nonagésimo salmo do Livro dos Salmos, geralmente conhecido em português por seu décimo segundo versículo na Versão Almeida Corrigida Fiel:

12 Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios.


Na versão grega denominada “Septuaginta” da bíblia em sua tradução latina “Vulgata”, esse salmo é o Salmo 89 em um sistema de numeração ligeiramente diferente.

Em latim, é conhecido como "Domine refugium tu factus es nobis".

Único entre os Salmos, este é atribuído a Moisés, sendo então o primeiro Salmo a ser escrito cronologicamente, daqueles que se tem conhecimento dos autores.


O Salmo também é bem conhecido por seu versículo 4, que é citado no Novo Testamento por Pedro, e por sua referência no versículo 10 à expectativa de vida humana de 70 ou 80 anos, na versão Almeida Corrigida Fiel.

… setenta anos, e se alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta anos ...,

Acredita-se que este versículo foi a influência para as palavras de abertura do discurso de Gettysburg de Abraham Lincoln.

Nós mencionaremos agora o apóstolo Pedro, que percebeu também essa necessidade de contagem do tempo, e como ele era o discípulo que conviveu da intimidade de Jesus Cristo, pôde ter certeza desses espaços celestiais e por isso destacamos o seguinte texto de 2 Pedro 3 : 8.

8 Mas, amados, não ignoreis uma coisa, que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia.

O apóstolo Pedro faz ênfase a este texto, ele evidencia uma revelação científica que foi escrita por Moisés no Salmo 90 verso 10. Nessa carta Pedro está demonstrando evidências que haverá um retorno a terra de Jesus Cristo.


Todos os membros da igreja, que iriam receber esta carta, sabiam que Jesus não estava mais neste mundo e sim no céu, então Pedro evidencia a existência de um Espaço do Criador, onde habita o Altíssimo, e que de lá Jesus retornará para adentrar os fiéis para o Espaço do Paraíso.

Nós definimos como Espaço do Paraíso o espaço-tempo onde foi realizada a criação e onde Adão permaneceu até ser trasladado com a terra para a Via Láctea. Mas antes da criação já existia espaço-tempo diferenciado, chamado de céu e que simplificadamente não classificamos ainda, mas nos referimos simplesmente a ele como o Espaço do Criador.


O apóstolo João evidenciou a existência desse espaço-tempo – céu – quando mencionou que a Nova Jerusalém descia do céu. E ele se situava nesse novo céu, onde viu a Nova Jerusalém descer. Ele mencionou isso no livro do Apocalipse, capítulo 21, versos 1 e 2.

1 E vi um novo céu, e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. 2 E eu, João, vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido.


Por outro lado o profeta Isaías apresenta também uma tenda montada sobre a terra em seu livro no capítulo 40 verso 22:

22 Ele é o que está assentado sobre o círculo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos; é ele o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tenda, para neles habitar;

Imagem de um homem assentado no globo da terra.

A linguagem usada nesse texto é matemática como demonstraremos em capítulos seguintes, haja visto as palavras relativas a círculo, tais como circunferência, redondeza ou globo, usadas em outras versões da bíblia.

A referência a gafanhotos, está relacionada a Lei de Lorentz, a relatividade do espaço-tempo, com sua contração e que são percebidas por nosso referencial por causa das altíssimas velocidades segundo afirmou Einstein.

A tenda em nosso entendimento portanto, significará uma acoplagem de nosso espaço-tempo com espaço-tempo descrito por Isaías e João?


Dessa forma, e segundo Isaías temos um buraco de minhoca, uma curvatura do espaço-tempo ou dobra do espaço-tempo diretamente sobre a terra, onde podemos acessar a espaços paralelos através dessa acoplagem?

Então a partir deste momento façamos a contagem de tempo que Moisés ansiava.

Assim no Espaço do Paraíso, aos olhos do Senhor, segundo as palavras de Moisés, esse período diurno equivale a 1000 anos ou como ao período da noite que é equivalente também a 1000 anos.

Na verdade de modo geral, os dias e a noites não tem durações iguais. Isso somente acontece duas vezes ao ano, no equinócio da primavera e no equinócio do outono, quando o dia vai ter 12 horas e a noite vai ter 12 horas também.

Então a duração do dia, aos olhos do Senhor, certamente será um dia intermediário entre o mais longo e o mais curto. Um dia de luz com duração média.


Nossa pesquisa encontrou o dia mais longo, no solstício de verão do hemisfério norte, onde o sol nasce as 6:11 e se põe as 21:04. A duração do dia é de 893 minutos.

O dia mais curto acontece no Equinócio, da primavera ou do outono, e tem 12 horas de duração, ou seja, 720 minutos.


O dia intermediário ou médio terá 806 minutos ou 48.360 segundos.

Como Moisés falou no Salmo 90 verso 8: 8 Mas, amados, não ignoreis uma coisa, que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia. Então 1.000 anos do Espaço do Paraíso terá 365 dias x 1.000 anos do nosso Espaço de Hoje, ou seja, 365.000 dias.

1 dia médio calculado anteriormente possui 48.360 segundos. Logo 1 dia do Espaço do Paraíso equivale a 365.000 / 48.360 = 7,54 dias por segundo. Faremos o arredondamento dessa grandeza para 7,5 dias.

O espaço-tempo - céu – é o espaço evidenciado por Isaías, na descrição de uma tenda sobre a terra. Dessa forma chamamos aqui de o Espaço do Criador.


O profeta Isaías menciona esse espaço nos capítulos 6 e 40, inicialmente pelo Capítulo 6, versos 1 a 13:

1 No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi também ao Senhor assentado sobre um alto e sublime trono; e a cauda do seu manto enchia o templo. 2 Serafins estavam por cima dele; cada um tinha seis asas; com duas cobriam os seus rostos, e com duas cobriam os seus pés, e com duas voavam. 3 E clamavam uns aos outros, dizendo: Santo, Santo, Santo é o Senhor dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória. 4 E os umbrais das portas se moveram à voz do que clamava, e a casa se encheu de fumaça. 5 Então disse eu: Ai de mim! Pois estou perdido; porque sou um homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de impuros lábios; os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos. 6 Porém um dos serafins voou para mim, trazendo na sua mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz; 7 E com a brasa tocou a minha boca, e disse: Eis que isto tocou os teus lábios; e a tua iniqüidade foi tirada, e expiado o teu pecado. 8 Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim. 9 Então disse ele: Vai, e dize a este povo: Ouvis, de fato, e não entendeis, e vedes, em verdade, mas não percebeis. 10 Engorda o coração deste povo, e faze-lhe pesados os ouvidos, e fecha-lhe os olhos; para que ele não veja com os seus olhos, e não ouça com os seus ouvidos, nem entenda com o seu coração, nem se converta e seja sarado. 11 Então disse eu: Até quando Senhor? E respondeu: Até que sejam desoladas as cidades e fiquem sem habitantes, e as casas sem moradores, e a terra seja de todo assolada. 12 E o Senhor afaste dela os homens, e no meio da terra seja grande o desamparo. 13 Porém ainda a décima parte ficará nela, e tornará a ser pastada; e como o carvalho, e como a azinheira, que depois de se desfolharem, ainda ficam firmes, assim a santa semente será a firmeza dela.


Isaías descreve uma cena inimaginável, tudo que ele via naquele espaço-tempo era novidade, pois nunca tinha visto nada igual ou mesmo semelhante. Eu imagino que Isaías estava assustadíssimo e ele tremeria de medo por causa disso. Ao perceber o movimento dos umbrais e a fumaça que penetrava na sala… Então Isaías falou nesse capítulo 6 verso 5:

5 Então disse eu: Ai de mim! Pois estou perdido; porque sou um homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de impuros lábios; os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos.

Isaías segundo meu ponto de vista, adentrou ao Espaço do Criador, quando ele menciona no verso 1 desse capítulo 6: 1 No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi também ao Senhor assentado sobre um alto e sublime trono; e a cauda do seu manto enchia o templo.

A expressão que usa alto e sublime trono, posso traduzir matematicamente, como um posicionamento o mais alto possível no nível de céu do Espaço do Criador e sublime significando o mais inatingível possível.

Neste verso Isaías mostra a posição do Criador, como sendo o comandante de tudo e de todo o espaço-tempo do céu e do nosso universo.

Encontramos também os seguintes versos 21 a 26 do capítulo 40 do livro de Isaías:

21Porventura não sabeis? Porventura não ouvis, ou desde o princípio não se vos notificou, ou não atentastes para os fundamentos da terra? 22 Ele é o que está assentado sobre o círculo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos; é ele o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tenda, para neles habitar; 23 O que reduz a nada os príncipes, e torna em coisa vã os juízes da terra. 24 E mal se tem plantado, mal se tem semeado, e mal se tem arraigado na terra o seu tronco, já se secam, quando ele sopra sobre eles, e um tufão os leva como a pragana. 25 A quem, pois, me fareis semelhante, para que eu lhe seja igual? diz o Santo. 26 Levantai ao alto os vossos olhos, e vede quem criou estas coisas; foi aquele que faz sair o exército delas segundo o seu número; ele as chama a todas pelos seus nomes; por causa da grandeza das suas forças, e porquanto é forte em poder, nenhuma delas faltará.

Imagem de um homem assentado no globo da terra.

Nos versos 21 e 22 Isaías demonstra um raciocínio para despertar-nos, na pesquisa da fundamentação desses espaço-tempo que mencionamos aqui.

Ele fala de matemática ao falar do círculo da terra, ele fala de física quando menciona a relatividade do tempo ao comparar-nos com gafanhotos, ele sugestiona mensurações do espaço-tempo quando diz que o Criador está assentado sobre a terra, e menciona espaço-tempo no verso 26 quando nos sugestiona a olharmos para o alto, certamente na direção dessa tenda – espaço-tempo paralelo e superposto – e em cujo céu, os exércitos habitam ali e o criador conhece cada exército por seu nome.


Inicialmente mencionamos no capítulo anterior uma introdução breve, para explicar a ideia desse espaço-tempo – céu – que agora desenvolveremos mais detalhadamente.

Então como disse Moisés na expressão … aos olhos do Senhor percebemos que Moisés está falando de tudo que acontece no Espaço do Paraíso, quando o Criador se encontrava no processo da criação e onde deduzimos que 1 s daquele espaço-tempo equivale a 7,5 dias no nosso Espaço de Hoje.

Mas Paulo vai mencionar em sua primeira carta aos Coríntios, capítulo 15, verso 52, o seguinte:

52 Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.


Paulo sabe que o Criador em determinado momento, momento esse no Espaço do Criador, vai abrir e fechar os olhos, que é o momento da volta de Jesus Cristo, para o Espaço do Paraíso, onde estará na Nova Jerusalém recebendo os fiéis ressuscitados e transformados de todos os tempos da terra. Paulo mostra aqui nesse texto, a rapidez maior em que se dará esse evento.

Agora no Espaço do Criador, numa velocidade imensa essa ordem será dada em 0,05 segundos daquele espaço, pois que este piscará os olhos, ou seja, devido a contração agora desse espaço-tempo do Criador – céu – pela teoria da relatividade e pela Lei de Lorentz da contração, essa ordem será dada nesse prazo de 0,05 segundos. Lembrar que calculamos a contração do espaço-tempo nos parágrafos anteriores, onde fizemos o exemplo para o homem comparado ao gafanhoto, e a espessura de uma pessoa comparada a espessura de um barbante quando um sistema está na velocidade da luz e alcançamos a contração de 0,05 para 1 unidade de tempo ou de comprimento. O que ocorre é que para o nosso referencial na terra é que visualizamos essa contração.

Uma explicação idealizada é de que num determinado espaço-tempo na velocidade da luz, que é uma bolha dimensional de grandes dimensões, um objeto possa viajar na velocidade da luz dentro desse espaço e ocorrerá o fenômeno descrito acima quando referenciado a nossa terra. Daí a expressão relatividade do tempo.

Daí que teremos um relógio para o espaço-tempo do céu, o Espaço do Criador em que o efeito da relatividade vai alterar em 20 vezes o relógio do Paraíso e que se relaciona com a terra na proporção da velocidade da luz comparada a velocidade da terra durante aquele período de anos da terra mencionados na bíblia, porque esses tempos relacionados na bíblia são tempos marcados como tempos do Espaço do Paraíso.


Para aplicação prática dessa hipótese acima, veremos a aplicação matemática disso ao efetuarmos os cálculos nos capítulos seguintes usando esse fator multiplicador igual a 20.

Certamente a explicação não é facilmente entendida, mas os cálculos matemáticos nos capítulos seguintes demonstrarão essa ideia.







VIAGEM PARA O CÉU - CAPÍTULO 8

 

Espaço dos Antigos em Números





Inicialmente temos um eixo vertical correspondente as ordenadas associadas as velocidades de rotação da terra, nas situações definidas nos parágrafos anteriores. Temos também um eixo horizontal correspondente as abscissas associadas as idades dos seres humanos.


Conforme dissemos anteriormente, teremos três pontos obrigatórios de passagem da função matemática, somente não temos ainda o formato gráfico dessa função, que como dissemos também anteriormente, acreditamos seja uma função matemática de segundo grau, ou seja, uma parábola de segundo grau.

Se utilizássemos uma função exponencial, cuja precisão poderia ser bem maior, dificultaria aos leitores uma compreensão mais fácil. Sabendo que a variação vai ser bem pequena para os resultados, por questões didáticas, aproximei o traçado dessa função matemática a uma parábola de segundo grau.

A linha pontilhada acima determina o limite superior desta função. Ela representa a ordenada de 300.000 km/s, ou seja, acima dessa linha horizontal a função não poderá ser desenhada, porque não existem velocidades maiores nos espaços-tempo que a velocidade da luz.


O eixo horizontal das abscissas só tem valores positivos para as idades do ser humano, desta forma a função deverá ser desenhada, a direita do eixo das ordenadas.


O eixo vertical das ordenadas só tem valores positivos também para as velocidades, porque supomos serem sempre, velocidades de rotação positivas e no mesmo sentido, assim a função deverá ser desenhada acima dos eixos das abscissas.


Dessa forma a função deverá ser desenhada nesse espaço que reservamos na imagem acima.

Além desses limites para existência desta função, temos também um ponto conhecido de passagem desta função, com a abscissa para este ponto o valor de 80 anos de idade e para a ordenada deste ponto, o valor de 1.667,87 km/h transformado para 0,463 km/s.


A utilização desse ponto de passagem se deve a afirmação do Salmo 90, constante da bíblia sagrada no livro de Salmos, que também supomos ter sido de Moisés a redação. O Salmo 90 diz para os versos 4:4 Porque mil anos são aos teus olhos como o dia de ontem que passou, e como a vigília da noite.. E nos versos 10, 11 e 12: 10 Os dias da nossa vida chegam a setenta anos, e se alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta anos, o orgulho deles é canseira e enfado, pois cedo se corta e vamos voando. 11 Quem conhece o poder da tua ira? Segundo és tremendo, assim é o teu furor. 12 Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios.

A bíblia relata a profundidade do conhecimento de Moisés, por conta de seu conhecimento ter vindo de uma contatação imediata com o Criador, de ter obtido esses conhecimentos do Espaço do Paraíso, com o próprio Criador, como percebemos nas sentenças acima escritas no verso 4 e pela atribuição de um desejo científico do verso 12, ao desejar mais sabedoria e conhecimento matemático daquela vida oculta.


Dessa forma o ser humano atinge em média 70 a 80 anos e pode atingir as idades mais avançadas como limite, por exemplo, na idade de José do Egito – 110 anos – e, ou, um pouquinho mais, por exemplo o entorno de 120 anos.

Como dissemos acima Moisés tinha esse conhecimento desse Espaço do Paraíso, - o céu - pois o sabia do próprio Criador, com quem falava pessoalmente. Moisés sabia que o Espaço do Paraíso, possuía um relógio mais rápido que o nosso relógio na terra, pois se a velocidade desse Espaço do Paraíso é maior que nossa velocidade atual, significa dizer que o relógio do céu contava mais rapidamente que o do nosso espaço-tempo.


Percebem que Moisés usava a expressão contar? Por que tinha a necessidade de contar o tempo? Ou por que em seu salmo nos mostrava essa necessidade de saber diferenciar os tempos?

A precisão do texto de Moisés é muito grande, porque ele não falava de um dia com 24 horas, como hoje, para a definição de tempo relativamente a um dia e uma noite, num ciclo completo de rotação da terra.

Ele se refere a um período de um dia completo, no sentido de um dia iluminado pelo sol, ou numa noite completa sem o sol. Ele se refere a relatividade do tempo quando menciona que essa contagem está no tempo aos olhos do Criador, ou seja, no relógio do Espaço do Paraíso naquele período da criação.


Mais adiante, veremos que “… ao abrir e fechar os olhos …” , o Criador ordenará o toque da trombeta, e Paulo menciona isso em sua primeira carta aos Coríntios, capítulo 15, verso 52:

52 Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.


Esse período de tempo de “… abrir e fechar de olhos …” mencionado por Paulo, sendo bem menor que o período mencionado por Moisés em “… aos olhos do Senhor ...”, demonstra que o Criador agora está em seu espaço-tempo – céu - , no Espaço do Criador e isto aponta para uma velocidade que é influenciada pela contração do espaço-tempo em 20 vezes - 1 para 0,05 - .

Coincidentemente o piscar de olhos na terra, evidencia um tempo de 0,05 segundos que foi chamada nas pesquisas biológicas em Londres, de cegueira do cérebro pois que este paralisa quase todas as suas funções vitais nesse espaço de tempo.

Imagem obtida no site da Pixabay
University College Londom

Aprender a contar esse tempo para transmitir as gerações futuras era o desejo de Moisés? Moisés sabia que os dias eram variáveis na terra, que tinha de considerar o tamanho desse dias e dessas noites, dependia da localização da pessoa na terra. Então Moisés sabia quanto era difícil essa determinação.

Pensando assim fizemos um estudo para um valor médio do tamanho de um dia ou de uma noite, na ótica do hemisfério norte, pois Moisés viveu nessa região que abrange Israel.

Dessa forma poderemos mensurar esse espaço-tempo que chamamos de Espaço do Criador, o tempo absoluto do céu?



VIAGEM PARA O CÉU por ANTONIO FERNANDES MAMEDE é licenciado sob

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